sábado, 26 de maio de 2012

25 de maio: Dia do orgulho nerd

(Por Mário Kazama)





Bom galera, apesar de hoje ser dia 26, estou fazendo essa postagem em  homenagem aos nerds e geeks de todo o mundo!
Nós que a décadas somos fascinados pela cultura pop em geral, somos representados por vários gênios da tecnologia, como Steve Jobs, Bill Gates, Yoshiki Okamoto, Shigeru Miyamoto e tantos outros.
Hoje em dia na sociedade temos um status de destaque positivo sobre o nerd, mas nem sempre foi assim...
Os primórdios dos nerds e geeks que viveram nos anos 60 e 70, e até os nerds do início dos anos 90 (que foi o meu caso) AS VEZES eram mau vistos pelos meios sociais, levando rótulos de fanáticos e alucinados e por ai vai.
Na minha infância (e acredito que nas décadas passadas ainda era pior) ser nerd era viver perigosamente, pois boa parte do nosso convívio social principalmente na escola, nos discriminavam e muitas vezes eramos tachados como alvo de gozações e bullying (eu detesto usar esse termo), mas isso não nos ofuscava e nunca deixamos de curtir e nos aprofundar cada vez mais nos assuntos que gostávamos.




Pelos fatos já explicados acima, tinhamos nosso próprio grupo, nosso mundo paralelo e nosso meio de ver e agir na sociedade, e era muito legal juntar a galera numa tarde e trocar figurinhas, competir no video game, ler e trocar quadrinhos ou assistir um filme novo ou um episódio inédito do desenho que estava em alta na época.
Jogar RPG de mesa (ou rpg de papel como é conhecido em outros lugares) hoje em dia a molecada nem sabe o que é isso, mas na minha época era uma das coisas mais fascinantes que podíamos fazer pra nos divertir, juntávamos uma galera e criávamos uma aventura paralela sobre qualquer coisa, podia ser de era medieval, sobre os heróis da Marvel, sobre algum game, ou criando um enredo e um universo novo somente para aquela atividade.
Tinha partidas que duravam dias, ou semanas, uma "lenda" local que todo mundo comentava, é que um grupo de garotos que jogando esse jogo demoraram 1 ano para terminar a trama e encerrar a jogatina, mas isso é somente um boato.


jogar rpg de mesa era uma experiencia
fantastica, alem de exercitar o
raciocínio, era muito bom
pra nos manter ocupados por dias...



Existe vários tipos de nerds e geeks (que é basicamente outro nome do termo nerd), nerds de games, de quadrinhos, de séries, de tecnologia, de filmes, de desenhos e animes e por ai vai.
Matar aula pra assistir Jiraya, vender garrafas vazias de cerveja pra jogar fliperama, colecionar Action Figures e outras quinquilharias de suas franquias favoritas, juntar pilhas imensas de gibis, ter dúzias e dúzias de cartuchos e cd's de games, ficar nas locadoras de games ou lan houses jogando até o estabelecimento fechar, pesquisar ao máximo e saber tudo sobre seus personagens favoritos, sacrificar um sábado a noite para zerar Chrono Trigger, fazer cosplay mesmo ficando ridículo,
contar os dias para um lançamento de um game ou filme novo, tudo isso fazia parte de um comportamento nerd, e na boa, não existia coisa melhor!

um paraíso nerd seria mais ou menos assim...



Hoje em dia está muito facil querer e gostar de ser nerd, hoje os videos games estão tão fodásticos que só faltam transar com você, a internet te dá tudo de mão beijada e tudo é muito facil de encontar e de se absorver na cultura nerd, hoje praticamente a mídia e a internet te fornece um manual e um estatus mesmo sendo falsos de ser um ser nerd ou geek, se você se auto proclama nerd por simples modismo ou porque leu no wikipédia como agir assim e ser nerd na atualidade é sinônimo de fama, lamento pobre ser vivo: MAS VOCÊ NÃO É NERD PORRA NENHUMA!!!
Antes se você quisesse encontrar por exemplo ovas e filmes em animação da sua franquia favorita, você tinha que fazer pacto com o capeta pra achar essas coisas, ou se aventurar na Liberdade e nas bancas de revistas e locadoras pra achar o VHS do seu desenho ou anime preferido, e tinha que agradecer as deuses quando os mesmos vinham como brinde numa revista de games.
Falando em revistas, essas eram a nossa salvação na época, enquanto a galera tem tudo de facil acesso na net, a gente tinha que procurar os segredos e macetes dos games, ou alguma notícia e novidade da cultura pop nas revistas, que todo mês pipocavam nas bancas, ler gibi, livros e mangás todos fazem atualmente através da internet, mas ANTES você tinha que garimpar a cidade inteira pra achar esse tipo de coisa, ou apelar para os cebos, onde lá tem praticamente de tudo!


as revistas nos mantinham informados
sobre as novidades que pintavam
no mercado, seja de games, filmes,
desenhos e etc...


No quesito games como eu já disse ali em cima, hoje é muito fácil todos se interessarem e gostarem de jogar, pois está tudo mais bonito, moderno de facil acesso e na boa: TUDO MUITO FÁCIL DEMAIS!
Antes não existiam hd's com 187327463846826482 mil gigas de memórias e os pc's e consoles não tinham o poder nuclear que tem hoje, era tudo simples mas MUITO mais divertido!
Pra salvar o jogo você tinha que ter a sorte de ter um cartucho original pra ter a bateria de memória, ou na maioria dos jogos, anotar passwords gigantes e chatos pra cacete, mas isso mudou com a chegada do Playstation e sua tecnologia "suprema" pra época, o incrivelmente poderoso MEMORY CARD, isso salvou
(literalmente!) a vida de muitos gamers e nerds da época, hoje em dia qualquer cartãozinho de celular é muito mais potente do que os memory cards, já que a tecnologia chegou a um ponto onde nem eu mesmo consigo acreditar!!!
Se quisesse jogar um jogaço com qualidade tinha que ir nos arcades, ou jogar nos recém lançados videogames de 32 bits, e se quisesse ter um game em casa, tinha que comprar os caros cartuchos ou cd's do seu console, e ainda ter o trabalho de procurar nas lojas, hoje já não é assim, é só baixar da net, poucos cliques e você tem o que quer na mão sem nenhum problema.


assoprar fitas, gravar os
jogos nas baterias de memória
e anotas passwords, foi
assim antes da chegada do
"salvador" memory card,
hoje já sendo um equipamento
ultrapassado...

Não é desmerecendo a geração atual nem jogando fora a boa tecnologia que temos atualmente, pois graças a ela eu recuperei e ainda estou recuperando grande parte das coisas que eu gostava de assistir e de jogar quando era pequeno, mas creio que a galera de hoje não sabe dar valor as coisas que tem, pois está tudo ao seu alcance sem problema nenhum, sendo que antes pra termos as coisas era uma batalha chata e demorada, e vivemos a era de ouro da cultura pop, vimos tudo que é foda hoje nascer e virar o que são atualmente, mas enfim: posso até ser chamado de nerd e não tenho vergonha disso, e posso dizer que isso construiu muito mais meu caráter do que o fraco ensino que dão nas escolas, se hoje eu sei basicamente inglês e gosto de ler livros e pesquisar as coisas, devo tudo isso ao gosto e modo de vida nerd, por isso eu fico muito puto quando algo de ruim acontece na sociedade e as mídias colocam a culpa nos games, como por exemplo o assassino de Realengo.

Sejamos nerds e geeks sim, pois nós somos o povo responsável por boa parte da tecnologia incrível e por tudo que é bacana no cenário cultural pop do mundo todo, e hoje conseguimos o respeito e o destaque que merecemos, nerd atualmente é sinônimo de ser foda na maioria das vezes.
E se o "nosso mundo" é as vezes mas  interessante do que a vida real, paciência, pois se vivemos numa sociedade bizarra e num mundo grotesco, essa é uma  forma agradável e inteligente de termos uma vida mais divertida e interessante, e sair da rotina estressante de todos os dias.

Termino meu post por aqui, espero que tenham curtido, abraços e até a próxima!!


Só pra dar uma ênfase na enquete, vou por aqui o famoso vídeo do Desce a Letra a respeito dos nerds,
mas o tipo de nerd descrito no vídeo é daqueles que esquecem de viver só pra jogar e vivem em pró disso, ai já é até meio prejudicial pra pessoa agir assim, por favor, não sejam assim! Vivamos uma vida nerd somente por lazer e curtição.
Mas o vídeo é bacana e bem humorado, confere ai:

(clique no link)
http://www.youtube.com/watch?v=EBbmVRtoXdU




quinta-feira, 17 de maio de 2012

Powerslave: Um dos ótimos games obscuros da geração passada

(Por Mário Kazama)



Lançado pela em 97 para Psx, Saturn e Pc, Powerslave é um tipico fps similar ao clássico Doom, com gráficos bonitos e jogabilidade bacana, o game se passa num ambiente egípcio, com cenários amplos e uma lista de 8 armas que variam de um facão a  um anel magico do próprio Rá.
O game é um pouco longo mas é bem legal, não enjoa e tem um andamento agradável, os cenários apesar de simples são bem trabalhados, os inimigos são fáceis de matar (apesar dos escorpiões serem um saco!) e depois que se pega a manha dos controles, o game se torna muito divertido!
As músicas do ambiente são ao estilo do game, melodias egipcias, mas nada muito empolgante mas tambem nada que vá desagradar o jogador, o lado ruin do jogo em parte, é que depois de um tempo jogando, o game se torna muito fácil, exceto nos chefes de fase.
Ele não é tão sofisticado quanto um Medal of Honor ou Quake 2, mas na minha opinião é um dos melhores jogos de tiro em primeira pessoa para o console, uma pena que na época do lançamento não tenha sido muito divulgado, mas graças as maravilhas da internet é facilmente achado e podemos baixa-lo para curtir numa boa.
Existiam planos de fazer a segunda versão do game, mas a empresa responsável pelo jogo, a Lobotomy Software fechou suas portas e o projeto para uma possível continuação foi jogado no limbo, uma pena!

A lista de armas do game:


Machete: Arma Branca
Revolver: Arma de Fogo
M60: Arma de Fogo
Minas de Amon: Granadas
Lança-Chamas: Arma para Combate Fechado
Bastão de Cobra: Atira um tipo de Míssel
O Anel de Rá: Lança Bolas de Fogo (apenas na versão para Saturn e Playstation)
O Manacle Sagrado: Dispara Relâmpagos Azuis


com uma jogabilidade parecida com
doom, o game é uma boa pedida
pra quem curte um fps clássico.



Segue ai um pouquinho da trama:
PowerSlave se passa no antigo Egito na cidade de Karnak, uma cidade que foi tomada por forças desconhecidas.Um time de operações especias é enviado para o vale de Karnak para saber o motivo deste problema.Porém, durante a jornada, o Helicóptero do protagonista é atingido, mas este consegue escapar da morte.O protagonista é enviado para o vale para a salvação de Karnak e do mundo.O jogador irá se deparar com Múmias, soldados Anúbis,Escorpiões e Demônios.O objetivo do jogador é derrotar Ramsés, múmia que possui o controle de todos esses Demônios.


o game tem ótimos gráficos e boa jogabilidade, é muito divertido estraçalhar os inimigos
com a potente m60, a famosa metralhadora do Rambo.


CURIOSIDADES:
* O game se chama Powerslave em homenagem a um album de mesmo nome da banda de rock Iron Maiden
* Na europa o game se chama Exhumed e no japão se chama Seireki 1999: Pharaoh no Fukkatsu
* Existe pequenas diferenças de uma versão para outra, por exemplo na versão para psx existem escorpiões azuis e na versão para saturn tem aranhas vermelhas.
* Nas versões para consoles tem a adição de itens e uma arma nova, que não contem na versão para pc.


Quem tiver interesse em baixar a rom do game para jogar num emulador ou gravar no cd, está aqui:
http://shadaloodownloads.blogspot.com.br/2012/05/powerslave-psx.html


È isso ai pessoal, encerro meu post por aqui, espero que tenham gostado, abraços e até a próxima!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A diferença dos games orientais para os ocidentais (parte 1)

(Por Mário Kazama)





Bom pessoal vou abordar um assunto que talvez possa ser um pouco manjado para os veteranos dos games, mas muita gente ainda não sabe dessas histórias por trás do universo gamer.
Mas já vou avisando: se você viveu os dias de glória dos 8 e 16 bits e ainda não sabe desses fatos e não quer destruir sua infância, então sugiro que não leia esse artigo...



O caso Super Mário Bros 2:
Você nunca se perguntou porque o segundo game da franquia é tão diferente dos demais?
Super Mário 2 no japão é simplesmente aquele game conhecido como "The Lost Levels" na coletânia Mario All Star, onde dava pra escolher entre o Mario e o Luigi, ele não tinha a opção pra jogar em 2, e era basicamente o Mario 1 com novas fases e obstáculos muito mais dificeis.
 Os gringos não gostaram do alto grau de dificuldade frustrante do jogo, (devem pensar que crianças americanas não são tão inteligentes como as orientais) e decidiram fazer sua própria versão do Mario 2.
Na japalândia saia um game chamado Doki Doki Panic, que obviamente nunca iria sair na américa, então a Nintendo americana pegou esse jogo, e modificou boa parte dele: cenários, sprites dos personagens várias telas e até a trilha sonora, transformando o jogo com tema árabe num game do Mario. Tamanha diferença no enredo e na jogabilidade se deve a isso, e na história tosca, os programadores inventaram a desculpa esfarrapada de que a aventura
é só um sonho do pobre Mário, valendo lembrar que esse jogo saiu no japão com o nome de Mário U.S.A e Doki Doki Panic fez fama e foi bem aceito na terra do sol nascente....

aqui você pode conferir a maquiada que os gringos deram
pra transformar Doki Doki  num game do Mario.
sinceramente, nunca gostei desse Mario 2...






O caso Yo Noid:

O mesmo lance feito com Doki Doki aconteceu com o game Kamen no Ninja Hanmaru, um game das aventuras de um herói ninja lançado para Famicom, com medo da baixa popularidade do personagem na américa, os gringos modificaram boa parte do game, transformando um guerreiro ao estilo Goku, num babaca ridiculo vestido de coelho,
dando um tema americano pro jogo pois todos sabem que personagens e temas orientais não são muito aceitos na terra dos obesos.
Uma das desculpas da Capcom U.S.A  fazer isso foi por uns lances de marketing e direitos autorais, ah conta outra gringaiada ! E esse foi mais um dos casos onde os americanos pegam uma obra oriental bacana e descaracterizam de forma frustrante, apesar de mesmo estando modificado, o game continua sendo muito legal.

aqui você confere o resultado
de diferenças culturais de um país
para outro, gosto é gosto né...






O caso Dragon Ball:
Porque demônios os americanos fizeram essa merda?
Esse foi o único game de Nes da franquia lançado na gringolândia, e escrotizaram com o jogo inteiro, trocando o personagem Goku, um garoto de cabelos espetados e muito carismático, por um ser bizarro, um moleque com cabeça de macaco.
Ridiculo ao extremo, mudaram boa parte da trama, trocando nomes e os objetivos dos personagens,  simplesmente deletando itens do enredo que são importantes, um exemplo é o mestre Kame, que em uma parte do jogo ele pensa em calçinhas, e na versão americana ao invés disso ele pensa em comida, e ao invés de Goku caçar as esferas do dragão, nessa versão patética ele procura pelas cristal balls (que diabos é isso?) totalmente sem sentido!
Sem falar no artwork americano grotesco, ignorando toda obra do anime, com um clone escroto do Ryu com Karate Kid.
Eu tenho muito ódio desse jogo e fiquei muito puto quando testei essa droga, pois isso frustrou minha infância e eu era gamado no anime, me recusei a jogar esse lixo pela tamanha falta de respeito com a excelente obra oriental, e é por essas e outras que eu odeio os malditos ianques !


Aqui você pode ver e comparar  o Goku de verdade, com esse
medonho e escroto garoto com cabeça de macaco...
Se você tem curiosidade de jogar esse game, pelo
amor de Sheng Long, jogue a versão japonesa !







Bom galera por enquanto é só espero que tenham gostado e aguardem em breve pela segunda parte.

Abraços e até a próxima!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Street Fighter: os quadrinhos brasileiros


                                                           (Por Mário Kazama)

Em 1993, uma produtora americana desconhecida (pra não falar fuleira) a Malibu comics, conseguiu os direitos autorais da própria Capcom para publicar uma série de quadrinhos baseados na franquia, rapidamente esses quadrinhos migraram para o Brasil, pela editora Escala e rapidamente fez seu devido sucesso, pois Street Fighter era febre no mundo todo e tudo quanto é bugiganga que saia no mercado sobre o game a molecada pirava!
O que não agradou foi um enredo estranho e os traços mesmo sendo padrão na época, não agradaram o pessoal que era acostumado a ver as belas artworks feitas pela Capcom, na trama tínhamos Ryu e Chun li tendo um caso amoroso, Ken fazendo propaganda de tubaína e muitos dos dialogos eram bem toscos, mas o erro fatal foi na segunda edição, onde Sagat aparentemente mata o Ken com uma faca !
Tamanha escrotice só durou 3 edições, pois a Capcom não gostou do enredo cretino e cancelou a revista.






Diálogos bobos e a morte de
Ken foram o ponto final  pra
essa série feita pelas mãos dos gringos...














A ÚNICA VANTAGEM DOS GIBIS GRINGOS PARA OS BRASILEIROS,
É QUE A TRAMA É MAIS ADULTA E SEGUE UMA LINHA
MAIS RACIONAL E MENOS INFANTIL.




No nosso país essas revistas já haviam sido publicadas e já  estava fazendo sucesso na mão da molecada, com a revista americana sendo cancelada, a primeira tentativa foi trazer o mangá japonês (que foi lançado antes dos quadrinhos) pra cá, assim iria substituir os quadrinhos gringos, tentativa fracassada, então os próprios caras da editora Escala decidiram desenhar e elaborar as histórias fazendo os quadrinhos totalmente nacionais á partir da edição numero 4!






Ok, mas vamos analisar os quadrinhos brazucas...

Pontos positivos: Os traços estavam incrivelmente bem feitos, bastante coloridos e bem realçados, ficou muito parecido com os mangás orientais, a editora até aproveitava alguns artworks originais e usavam nas páginas dos quadrinhos.
As cenas de luta eram bem elaboradas, as magias e golpes explodiam nas páginas e era muito bacana ver isso e saber que esses belos traços eram de autoria brasileira, sendo muito mais bonitos do que os desenhos
dos quadrinhos da Malibu.
Valendo lembrar que esses quadrinhos eram muito divertidos e faziam sucesso, pois estavamos vivendo a street fighter mania, filmes, animes e novos games estavam sempre pipocando no mercado e os quadrinhos eram mais um desses produtos que expandiam o sucesso da franquia para a alegria da nação.
A criatividade dos produtores de conseguir juntar a trama do filme animado, com o anime e a serie americana tambem foi uma boa cartada para fazer um enredo interessante.
Os produtores na época não tinham muitas fontes de inspiração para criar o enredo, as poucas fontes era os poucos desenhos e filmes, algumas revistas de games, os manuais dos cartuchos e as histórias citadas no próprio game quando se termina com determinado lutador, então vendo por esse ponto, podemos dizer que eles fizeram um bom trabalho, juntando e elaborando a trama com poucos recursos e inspirações, e conseguindo fazer um trabalho satisfatório e divertido.













Pontos negativos: Certos pontos da história original foram descartados com o passar do tempo,e dava pra perceber que os roteiristas não jogavam o game e estavam meio por fora, pois eles se baseavam muito no filme do Van Damme e no desenho baseado no mesmo, transformando da trama somente numa guerra entre a equipe do bem contra a do mal, assim como no insano desenho gringo, esquecendo da parte séria do enredo, onde M.bison (Vega se preferir) tinha planos para manipular Ryu, Guile e sua sede de vingança contra M.bison e Sagat e sua obsessão por derrotar Ryu, muitas dessas coisas foram deixadas de lado, dando lugar a dezenas de edições com cenas de luta desenfreadas mas sem um contexto sólido e esclarecedor.
O fato de focarem demais no Guile e na Chun li tambem me incomodava, as vezes parecia que os protagonistas da trama eram eles e não Ryu e Ken, que muitas vezes eram jogados de lado e tinham poucos diálogos, sem contar que Ken tinha uma participação mais marcante do que Ryu, isso não ruim, mas se formos analisar o enredo original do game, Ryu deveria ser o foco da trama, e não os outros personagens.
O ápice dos quadrinhos foi na saga do Akuma, onde podíamos ver a rivalidade de Ryu contra Akuma, e o enredo estava ficando mais sério sem aquele lance do Guile ser o chefe do grupo e liderar uma guerra contra a Shadaloo, uma pena que a saga do Akuma só durou duas edições e não teve finalização, pois a revista foi cancelada por motivos até hoje desconhecidos, mas não foi por falta de vendas, pois os quadrinhos faziam muito sucesso.



a primeira edição dos
quadrinhos feito 100%
no brasil.

Quando Marcelo Cassaro, (o encarregado de escrever as 
publicações brasileiras) assumiu a frente do script, ele
escolheu continuar o enredo dos quadrinhos americanos,
com aquela história do Ken morto, mas de alguma forma ele iria
dar um jeito do personagem voltar a ativa, mas Marcelo só trabalhou em duas edições e depois saiu da equipe de produção do
gibi, dando lugar ao Alexandre Nagado, esse por vez decidiu
esquecer toda a trama dos quadrinhos gringos e começou uma
história totalmente diferente á partir da edição 6, e até o nome da revista mudou de Street Fighter para Super Street Fighter,
dando um reset na trama e começando tudo de novo, e na boa:
eu acho que o cara fez a coisa certa, a história de um Ken morto tava muito incômoda pra todo mundo!
Mas tamanha confusão com a troca de roteiristas e um rumo novo
na trama deixou alguns leitores meio perdidos, mas
esses fatos foram várias vezes esclarecidos nas próprias
páginas dos gibis.







Bom, mesmo com altos e baixos na trama, e uma leve despreocupação com o desenrolar da história, os quadrinhos Street Fighter são muito legais e merecem o seu lugar ao sol, ainda mais sendo uma publicação brasileira e de uma qualidade acima dos nossos padrões, marcou a infância de muitos viciados nos anos 90
e hoje em dia é meio raro de acha-los, virando um item cult na cultura
gamer, colecionadores e fanáticos pelo game assim como eu, procuram por essa obra a fim de relembrar a infância ou simplesmente colecionar como mais um item da franquia.
Eu consegui depois de muito tempo e esforço comprar quase todas as edições, só me falta 3 para completar essa coleção de raridades, e eu tenho muito orgulho da minha coleção, pois marcou em parte minha trajetória como fã do game e tem pra mim um valor sentimental, e mesmo não sendo tão bom quanto os atuais quadrinhos feitos pela Udon, gosto muito dessas publicações e
recomendo a todos os fãs da franquia, mesmo sendo uma leitura apenas por curiosidade, vale a pena e não deixa de ser divertido!





Se você tiver a fim de ler esses quadrinhos, aconselho a começar pelo número 6, que é onde recomeça a trama, com a saga CAMPO DE BATALHA, assim você não fica perdido no meio da trama americana que foi descartada e não se embola na história.

Vou deixar disponível pra download a saga campo de batalha, que como eu já citei ali em cima, começa na edição 6:






super street fighter edição 6  saga: campo de batalha:

link: http://www.mediafire.com/?q1mcy4dojwu









super street fighter edição 7  saga: campo de batalha:



link: http://www.mediafire.com/?nljyzfe3kmn









super street fighter edição 8  saga: campo de batalha:



link: http://www.mediafire.com/?nzwmmgnmzzd









MAS STREET FIGHTER NÃO APARECEU SÓ NESSA SÉRIE DE QUADRINHOS, TAMBÉM EXISTEM MUITAS OUTRAS, (sem contar os bizarros e insanos manhuas chineses), MAS VOU FALAR UM POUCO DAS MAIS POPULARES:

Antes do lançamentos dos quadrinhos americanos e brasileiros, teve uma série em mangá de Street Fighter feita no Brasil, era uma época onde quase não existia mangás para comprar nas bancas e pra se ler uma publicação oriental tinha que sair garimpando nas bancas por ai, então lança o infame mangá brazuca,
com traços muito bonitos, os ataques dos lutadores e até no nome dos golpes eram incrivelmente fiéis, mas sem história nem enredo nenhum era bobo e sem sentido, o mangá era meio que piratão, pois não tinha licença da Capcom para ser produzido e durou poucas edições, cheio de piadinhas insanas e diálogos cheios de gírias, os traços pareciam um pouco com Pocket Fighter, mas esse ainda não tinha sido lançado na época, e apenas da qualidade duvidosa, numa época onde o vicio pelo game dominada, era a única
coisa sobre o jogo que tinha no mercado, e hoje em dia só é recomendado para curiosos e colecionadores, pois apesar dos traços serem bonitos,é uma obra onde não se deve levar a sério, pois o enredo é inexistente!

CAPA E CONTRA-CAPA DO INSANO
MANGÁ BRASILEIRO, TAMBEM PUBLICADO
PELA EDITORA ESCALA, DUROU SÓ 3 EDIÇÕES.





Em 1995, com o lançamento do filme, a DC comics, fez a adaptação da película para os quadrinhos com uma edição única, com os traços muito feios que até parece que foram feitos ás pressas, foi lançado no Brasil tambem pela editora Escala como uma edição especial dos quadrinhos brazucas.
Só recomendo para colecionadores, pois apenar de ter uma história mais apalpável do que o filme, os desenhos são realmente estranhos e  feios de verdade!













Produzido em 1992 e lançado no começo de 93, o mangá
oriental do Street Fighter teve suas publicações lançadas nos E.U.A, mas infelizmente nunca foi lançado no nosso país,
com 8 volumes, licenciado pela Capcom, fez muito sucesso na terra do sol nascente, como foi lançado antes do game Super Street Fighter II, ele só mostra os 12 lutadores originais,
esse é muito raro hoje em dia, e por ter um conteúdo tão bacana, serviu até de inspiração para o filme animado e para os quadrinhos atuais feitos pela Udon.
Recentemente foi relançado na gringolândia pela Udon, como uma forma de homenagem á Masaomi Kanzaki, que com certeza merece a homenagem, por ser o percursor de alavancar Street Fighter em outras mídias fora dos games.







A série de comics da Udon foi lançada em 2003 e com a benção da Capcom foi muito bem sucedida, e é considerada a melhor adaptação do game para os quadrinhos, os traços são incríveis e a história muito convincente, conseguindo reunir os acontecimentos de todos os games da série numa trama forte e caprichada, foda demais e digna de competir com as grandes Marvel e DC comics, teve 53 edições.
Uma pena que até hoje não foi lançada no Brasil, e só podemos nos contentar com scanners traduzidos por fãs espalhados pela net.
Eu ainda aguardo com muita esperança que essa obra prima seja lançada aqui no Brasil.













Street Fighter Zero 3, mais uma publicação nacional publicada pela editora Trama, com roteiro de Marcelo Cassaro e ilustração da jovem Erica Awano, teve quatro edições publicas em meados de 99, com traços muito bonitos e um enredo que respeita boa parte do contexto do game, mostrando até a feroz luta de Ryu arrebentando o peito de Sagat com um Shoryuken, mesmo tendo alguns deslizes toscos na trama, são de qualidade superior aos quadrinhos da Escala, estranhamente apesar da qualidade aceitavel, não fez tanto sucesso quanto os quadrinhos da Escala, e hoje em dia é muito raro e é item pra colecionador!









Lançado em 96 somente no japão, esse mangá que só teve 2 edições conta o drama do jovem Ryu, lutando contra o poder maligno satsui no hadou.
Os traços são muto bonitos e a trama segue com
fidelidade os fatos do game, mas como sempre tem algumas liberdades encaixados no enredo.
Peça de importância na trajetória de fama do game e de muito boa qualidade, pois algunss fatos desse mangá foram usados pela Capcom e inseridos na
trama do game, um exemplo são as formas malignas evil ryu e shin akuma, que mais tarde apareceram no Street Fighter Alpha 2, jogo lançado um ano depois do mangá.
A obra foi relançada nos estados unidos em 2007, pela Udon, e dizem boatos que a New Pop pretende lança-lo aqui no Brasil, vamos aguardar e rezar pra que isso seja verdade!





Bom galera, encerro o post por aqui, espero que tenham gostado se gostou comente, se não gostou comente tambem, e se inscreva no blog e divulgue para seus amigos, assim você vai estar me dando uma força, termino esse post deixando uma foto da minha coleção de quadrinhos do Street:



meu tesouro, chodó do papai...






ABRAÇOS E ATÉ A PRÓXIMA !!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Top 10: Melhores games de terror de todos os tempos

                                                           (Por Mário Kazama)

E ai pessoal, já aproveitando que hoje é a tão aclamada e temida sexta-feira 13 vou fazer um post a respeito, elegendo as series de games ou em alguns casos um titulo único de horror mais bacanas e aterrorizantes de todos os tempos, e como sempre pode faltar um ou outro, pois são muitos os bons games desse tipo e como a lista só elege 10, vou expor minha opinião e espero que fiquem satisfeitos:




10- City of lost childrens: Lançado para playstation 1 em meados de 98, o game é uma adaptação do filme francês La Cité des enfants perdus, conta a história de uma garota que mora num orfanato e é obrigada a roubar sendo forçada pelos donos bizarros do local, o jogo tem otimos gráficos, já que ficou 2 anos sendo desenvolvido, a jogabilidade é boa e tem um clima sombrio, pode não ser muito agressivo mas continua sendo um título de horror, principalmente se voce for uma criança jogando, pois tem uma atmosfera de conto de fadas macabro. É uma pena que esse jogo seja quse anônimo nos dias de hoje, mas não deixa de ser interessante.







9- Evil dead: Hail to the King: baseado na trilogia de filmes Evil Dead, o game lançado para playstaion 1 e dreamcast é muito legal, tem um tom dark com uma pitada de humor negro seguindo as normas dos filmes, tem uma pegada parecida com redident evil, e apesar da jogabilidade ser meio travada, a diversão e os graficos bacanas pra época compensam nesse jogo longo e um pouco desafiador, estraçalhar mortos vivos com machado e a insana serra elétrica é uma experiência satisfatória, na busca pelas páginas do livro dos mortos, e se você for fã do filme é ainda melhor!









8- Fatal Frame: Game feito para play 2, xbox e pc, atualmente com versões pra nintendo wii, diferente dos outros jogos do gênero, voce não atira nem estraçalha nenhum monstro ou criatura diabólica, aqui voce vive na pele da joven e bela Miku, uma garota de 18 anos que procura pelo irmão desaparecido num templo assombrado, tendo como arma uma máquina fotográfica para espantar e capturar os fantasmas, não tem sanguem nem muita violência física, é um terror mais psicológico em no estilo do filme O Grito, se voce curte espíritos e fantasmas o jogo é fortemente recomendado, os gráficos bonitos e clima tenso deixa você de cabelo em pé enquanto investiga os mistérios da trama.







7- Forbidden Siren: Outro game para play 2, esse tem uma pegada muito parecida com o filme O Chamado, um típico conto de horror oriental, o diferencial desse jogo é que se pode escolher e controlar vários personagens, e ao invés de serem os "fodões estereotipados" como na maioria dos games, você controla civis comuns, pessoas como eu e você, no meio de uma vila rural amaldiçoada por seres do alêm, o lado punk do negócio, é que os inimigos não morrem, mas podem ser neutralizados por um tempo, e se tem como armas desde espingardas até guarda-chuvas, o jogo é tenso e dificil pacas, mas muito tenebroso e divertido!







6- Alone in the Dark: The New Nightmare: A série Alone in the Dark pode ser considerada o pai dos games survival horror, mas esse game em especial, lançado para play 1 e dreamcast e mais tarde para gameboy color, é o divisor de águas da série e pode ser considerado um remake de toda a saga, na pele da detetive Carbin ou da pesquisadora Aline, você encara num ambiente 3d similar a Resident Evil, monstros e criaturas do inferno num cenário extremamente sombrio e macabro, a trilha sonora ajuda o game a ficar mais tenso em certas partes,
o arsenal varia dos diversos tipos de armas e calibres, mas tambem pudera, os inimigos são resistentes e apelões, esse ja é considerado um clássico dos games do gênero pela sua atmosfera e dificuldade, o game é bem longo mas muito satisfatório.
Foi lançado uma versão dele para playstaion 2 totalmente em português e dublado, vale a pena conferir, assim o game fica mais atraente e da pra entender melhor a trama.







5- F.E.A.R.-  Mesmo sendo um jogo de tiro em primeira pessoa, esse game lançado para xbox 360, play 3 e pc tem todos os elementos de um ótimo filme de terror, os gráficos são lindos, já que se trata de um game da geração atual, a trama é longa e meio complicada pra eu descrever aqui ,as vou dar uma palinha: um insano chefe de uma poderosa corporação usa sua pópria filha que tem distúrbios psicológicos e poderes paranormais como matéria prima para um projeto a fim de criar soldados genéticamente perfeitos, e é ai que a porra fica séria e vira um caos dos infernos e claro, você está na pele de um dos soldados designados pra limpar a sujeira e resolver a situação. O jogo tem fortes cenas de violência e consegue assustar um pouco até os marmanjões, principalmente quando a garota perturbada que sofre na trama resolve aparecer pra chamar atenção.
É um excelente jogo recomendado a todos que curte um FPS e que tambem é chegado num clima de terror e medo.







4- Haunting Ground- Game de suspense com um toque de terror para playstation 2, logo de cara você ja se apaixona pela linda protagonista Fiona, uma jovem que acorda num castela aparentemente cedido pelo seu avô e que não se lembra de muita coisa do seu passado, ao seu lado ela tem o fiel parceiro, o cão Hewie, que é o unico ser na trama que não ta a fim de machucar a pobre garota, e assim como em Clocktower, o jogo tem o esquema de quando um inimigo se aproxima seu personagem entra em pânico, tendo que se servir dos carinhos do cachorro pra manter a calma. Não é muito assustador, mas o suspense, os inimigos retardados e o modo como a bela Fiona fica apavorada, da pra sentir um pouco de desespero nesse belo, dificil e surpreendente game para o console da Sony.






3- Alan Wake- Esse já pode ser considerado um dos melhores games da nova geração, é um dos poucos de hoje em dia que consegue passar o clima denso e claustrofóbico de Silent Hill e seus derivados, a trama tambem chama atenção, um escritor meio broxa das idéias para um livro novo decide renovar a mente e descansar numa cidade do interior onde já teve bons momentos com a esposa, chegando lá começa a acontecer coisas bizarras e ele cai na real que tudo aquilo que acontece é uma história de um livro antigo que ele mesmo escreveu!
Gráficos assombrosos, jogabilidade decente e um climão macabro faz desse game uma otima pedida pra quem curte esse tipo de games é um prato cheio!







2- Resident Evil: Esse jogo nem precisa de muita apresentação, e só quem entrou agora na era dos games desconhece um pouco dele, se Alone in the Dark foi o pai dos games de horror, foi Resident Evil que alavancou o gênero no mundo dos games, lançado de inicio pra playstation 1 em 96 e hoje é uma das séries de games mais aclamada e famosa no planeta inteiro, ele não é tão assustador quanto outros games dessa lista, mas com certeza é o mais famoso! com uma jogabilidade perfeita, personagens cativantes e um enredo fenomenal, esse game é sinônimo de qualidade e diversão.
Hoje em dia o febre do tema de zumbis é modinha, mas convenhamos que tudo isso começo com filmes como A volta dos mortos vivos ( que serviu ligeiramente como inspiração para esse games) e com games como esse ainda nos anos 90, resumindo; esse jogo é foda ao extremo, e se você gosta de video game é mais que obrigatório você dar uma olhada nesse clássico, e ponto final !







1 Silent Hill: Melancólico, deprimente, assustador e psicologicamente perturbador, essa é a atmosfera de Silent Hill lançado para playstation 1 em 99, e hoje ja fazendo fama nos consoles atuais, o jogo é intenso e você se envolve facilmente com a trama e com os dramas psicológicos dos personagens, o clima dos cenários são espetaculares, dando a impressão que se está dentro do seu pior pesadelo, apesar de ter confrontos físicos com os bixos bizarros que se ve pela frente, o real terror do game é mais psicológico e enigmático do que só monstros feios enchendo a tela de sangue e baba. Merece dignamente o primeiro lugar do post com coroa de ouro, por ser o game mais dramático e perturbador de todos os tempos, com destaque para as 2 primeiras versões, clássico dos clássicos e super recomendado para os adeptos desse estilo.




Isso é tudo pessoal, espero realmente que tenham gostado, e é aquilo de sempre, se gostou ou deixou de gostar não deixe de comentar e divulgar tambem, e se puder se inscreva no blog e receba conteúdos inéditos do blog no seu e-mail.
Abraços a todos e cuidado pra não quebrar a perna ou serem atropelados, porque já sabe né, é sexta feira 13 kkkk..... !!!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Top 10: Piores games baseados em filmes

                                                        (Por Mário Kazama)

E ai pessoal, o top 10 de hoje vai falar dos 10 games mais grotescos baseados nas franquias do cinema, eu sei que vai faltar muitos, mas lembre-se que esse é o meu ponto de vista, e vou avaliar e dissecar os games que realmente me incomodaram, bom vamos á então:



10- Robocop 2 (nes):  Pra começar nenhuma sequencia dos filmes do gambé enlatado foi tão bom quanto o primeiro,e esse jogo apesar de na época do lançamento foi bem jogado, é muito chato, seria menos ruim se o boneco não fosse tão mal feito, e se o maldito parasse de derrapar no chão, a jogabilidade é muito limitada e lerda e o jogo é dificil pacas, fora a frustração de ficar com a mesma arma durante o jogo inteiro, que diferente os outros jogos ele só tem um tirinho réba, e as fases de bônus onde se atira nos bonecos controlando uma mira é de dar ódio, jogue a primeira fase e a graça acaba...


















8- The Ring (dreamcast): PUTA QUE PARIU!! foi isso que eu disse quando meu irmão falou que essa bomba era nada mais nada menos que o game do filme O Chamado, engine gráfica mal acabada, jogabilidade medíocre, efeitos sonoros de dar nojo, cenas em CG feiosas e um enredo que até uma criança de 10 anos faz melhor, é como se fosse uma versão cancerígena de Resident Evil, não tem nada a ver com o filme, bizarro e sem sentido, merece ir pra lata do lixo mais próximo, se você é fã do filme, se afaste dessa bomba onde tudo é zuado e o unico lado bom são os gráficos razoáveis, mas pra um jogo tão podre se torna o ponto positivo dele.






7- Batman Forever (snes e mega): Diferente da tambem mal feita versão dos arcades, a versão para consoles é muito pior, 6 botões de ação onde só servem pra socar e chutar, pra usar armas você tem que fazer no esquema hadouken (meia lua + botão), gráficos nojentos e movimentos tirados de Mortal Kombat, efeitos sonoros que parecem coisa de turma do Didí sem falar que o game é quase impossivel, o unico ponto positivo é que dá pra passar raiva com
 essa porra jogando em 2.
Se a jogabilidade fosse melhor distribuida no joystick e não fosse tão dificil, o game seria até legalzinho, pena que foi feito de uma forma muito errada e é um desastre.






6- Ghostbusters (nes e master):  Gráficos sujos e muito confusos, esse jogo tinha que ser jogado no limbo, o ponto forte do jogo é a musiquinha do filme, que depois de meia hora
martelando na sua cabeça vai te deixar com vontade de arrancar as orelhas de tanta perturbação, o jogo é muito, mas MUITO confuso, dificil e chato pra cacete, os gráficos são pré históricos até pra época, tamanha sacanagem usar o nome de um filme bacana pra fazer essa meleca escrota e mal desenvolvida, ta na cara que foi feito com pressa e de qualquer jeito pra se aproveitar da fama da película a fim de render uns trocos, foi FAIL até dizer chega e ninguem gostou!








5- The Crow - City of Angels (psx): Tudo bem que esse game não é baseado no primeiro filme estrelado por Brandon Lee e sim no segundo filme, que não foi tão bom quando o primeiro mas deu pro gasto, mas quando vi esse jogo eu pensei: ONDE FOI QUE A HUMANIDADE ERROU PRA MERECER ISSO??
Eu fico mais triste e muito decepcionado, sabendo que esse é o unico jogo existente do personagem, sendo que o universo do Corvo geraria bons games se fossem bem produzidos, mas ao invés disso temos um jogo com gráficos feiosos, os personagens quadradões, jogabilidade lenta e limitada, e ainda o jogo é dificil pra cacate! Um angulo de camera fixo em cada cenário e voce fica quase louco sem saber o que acontece na tela, os angulos são terriveis, o jogo é lerdo e os gráficos muito mal desenhados, é uma pena uma bela obra ganhar um jogo tão escroto, quando vi a prévia dessa bomba na revista fiquei muito empolgado, depois que joguei tive muita vontade de morrer. Só encare essa bomba se voce for MUITO fã do personagem, caso contrario não perca seu tempo. E malditos sejam os caras que fizeram esse lixo! E depois que voce leu isso voce pode ir no banheiro chorar um pouco e cortar os pulsos, vai eu te espero...






4- Indiana Jones and Temple of Doom (nes): Nem é preciso muito esforço pra falar dessa pérola da bizarrice, baseado num bom filme, o jogo não tem absolutamente nada que se passa no filme, um dos piores gráficos do console, jogabilidade quase inesistente, cenários mal feitos e inimigos dificeis de vencer, ainda pra piorar o game não tem password e nem opção de save, é jogar e passar raiva decifrando a jogabilidade e a confusão que é os cenários misturados com paredes, escadas e o chão mal estruturado, são tantas cores na tela que chega a dar dor de cabeça.
Esse é sem duvidas o pior game já feito do Indiana Jones...







3- Back of the Future (nes):  O jogo é bom se voce for uma criança de 8 anos que nunca jogou video game na vida, mas se não for o jogo é chato, os gráficos são fraquinhos e apagados com uma visão de cima um pouco zuada, o game é rápido e irritante o suficiente pra voce desistir depois de passar 2 fases, é só pular obstáculos e pegar relógios, pular obstáculos e pegar relógios, muito repetitivo e maçante tudo isso junto com uma trilha sonora enjoativa, não tem nada a ver com o ótimo filme em que foi inspirado e é bastante decepcionante.







2- Timecop (snes): Eca! é isso que voce iria dizer depois de ver esse jogo em ação, baseado em um filme do Van Damme, essa bomba não tem nada de bom, gráficos digitalizados poluídos, jogabilidade sofrível, efeitos sonoros de dar gargalhadas e os cenários e inimigos são R-I-D-I-CU-L-O-S.
Sem contar que essa porcaria é muito dificil, os inimigos não te dão nem tempo de pensar, a jogabilidade é tão sebosa que voce aperta um botão de depois de 5 segundos o boneco o executa, mas até lá sua vida ja vai estar quase no zero!
Lixo atômico e não tem nada de util, seria maravilhoso se todas as cópias dessa escrotidão fossem jogadas dentro de um vulcão, pois o jogo é tão ruim que é até engraçado! (ps: o encarte do game faz um plágio do X-men, pois no desenho o indivíduo ta usando um visor identico ao do Cyclops)






1- E.T - The extra Terrestrial (atari 2600): Baseado no lendário filme de um ET que cai na terra e faz de tudo pra voltar ao seu planeta, esse game pra atari é considerado um dos piores games da história, deu muito prejuízo pra empresa que o criou e não vendeu quase nada, um dos criadores do Atari chorou de desgosto ao ver o game funcionando, pois os gráficos são um lixo até pros padrões do Atari, e apesar do personagem ter sido feito com 5 pixels, ele não tem animação, é como se voce tivesse controlando uma foto borrada em movimento, a jogabilidade é bizarra e o jogo é extremamente confuso, e por essas e outras diz a lenda que mais de 5mil cartuchos do game foram enterrados no deserto, pois ninguem queria comprar e o estoque era gigante, é um desgosto para a nação gamer e ganha merecidamente o primeiro lugar na colocação.








essa é minha reação e com certeza a sua tambem ao ver tantos jogos ridículos








Bom foi isso, encerro por aqui, mas fiquem ligados no blog, pois toda semana tem conteúdo novo, se gostou ou não ficou satisfeito deixe um comentário, e se inscreva e divulgue, assim voce sempre fica informado dos assuntos que rolam por aqui e ajuda na divulgação.

Abraços a todos e até a próxima !