domingo, 15 de setembro de 2013

Doom: O pai dos games em FPS

( Por Mário Kazama )






Doom é um game gênero FPS criado pela id software em 1993, para computadores ms dos, e nos anos seguintes com adaptações  para diversos consoles.
Wolfeinstein 3d, também da produtora id software foi o primeiro grande game de sucesso do gênero fps,
mas foi Doom que alavancou e expandiu esse gênero em todo mundo, caindo no gosto de milhares de jogadores  mundo afora, com seus gráficos incríveis na época, jogabilidade precisa, sangue, violência e uma
vasta variedades de fases, armas e inimigos para se explorar e utilizar. Doom é viciante, sinistro e alucinante, até mesmo pros dias de hoje.



A historia do game é muito simples:
Um fusileiro indisciplinado foi convocado numa missão em marte, lá ele descobre que no local existe um portal para o inferno e vê todos os seus companheiros sendo mortos e se transformando em zumbis demoníacos, sua missão é destruir todo esse exercito de demônios e criaturas, matar a criatura que guarda o portal do inferno, e sair vivo de tudo isso. Simples e fácil!

Doom foi duramente criticado pela mídia quando foi lançado,
devido ao seu excesso de violência e conteúdo satânico,
a mídia ignorante como sempre atrapalhando os games,
hoje em dia existem games muito piores




O game é difícil, mas muito estimulante, pois contem centenas de fases e os mais variados inimigos
e situações para passar, pois a cada ano que se passava, a produtora lançava expansões com
niveis e inimigos novos para aumentar a vida útil do jogo, Ultimate Doom, Plutônia pack e Final Doom são algumas delas.


o arsenal de armas que o game proporciona!
(sim baby, aquilo é uma moto-serra !!!)

Doom teve três continuações sem contar com as expansões:
Doom 2, lançado em 1994, Doom 64 lançado em 1997, e finalmente o muito aguardado Doom 3, lançado em 2004.

as continuações do game original, todas elas
de excelente qualidade!


Doom também teve uma mini série em quadrinhos nos anos 90, e um filme lançado em 2005, o filme é mais baseado no Doom 3, que é praticamente um remake da série.

o filme do game lançado em 2005, e ao lado
a capa da primeira edição dos quadrinhos, lançado
em 1995



Doom é sem duvidas o clássico absoluto dos games de tiro em primeira pessoa, pois ele foi revolucionário e inspirador, pois á partir dele, foram surgindo novas franquias, como Duke Nuken, Hexen, 007, Medal of Honor, e até títulos mais atuais como Call of Duty e Battlefield.


alguns dos vários games que usaram Doom como fonte de inspiração
e base de criação, para ser os games de sucesso
que são atualmente.



Doom vai ser sempre uma referencia para os games FPS, apreciado eternamente, esperamos que a id nos presenteie com uma nova versão, até lá, nós jogaremos com muito prazer as versões antigas.

Você pode jogar Doom em diversos consoles (playstation, game boy advance, sega saturn, psp, super nintendo, xbox, nintendo 64, etc), emuladores, ou na versão Doom BFG edition, lançado para Xbox 360 e Playstation 3, essa versão possui os games: Doom, Doom 2 e Ressurection of Evil, a versão em expansão do terceiro game da série.







Você pode conferir essa postagem em vídeo incluindo gameplay no meu canal:





É isso ai galera, espero que tenham gostado da postagem, grande abraço e até a próxima, e não se esqueçam: Vídeo Game também é cultura!

See Ya!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Marvel Super Heroes: War of the Gems

( Por Mário Kazama )



E ai galera, hoje trago pra vocês uma breve postagem sobre um dos games mais esperados (na época), mais divertido e também mais belo graficamente já lançado para o Super Nintendo!
Em 1995, a Capcom lança para os fliperamas o game de luta Marvel Super Heroes, baseado nas sagas dos quadrinhos desafio infinito e guerra infinita, de 1991 e 1992, sagas onde os heróis devem deter Thanos e sua horda de vilões de conseguir todas as jóias do infinito poder esse que transforma quem usa em um verdadeiro deus, e pra isso, os heróis devem destruir um exercito de clones malignos.


as duas sagas dos quadrinhos que
inspiraram as versões do game
da capcom


Meses depois o game foi lançado para Playstation e Sega Saturn, mas em 1996, já no fim da sua era, o Super Nintendo ganhou sua versão exclusiva, diferente da versão original, e com um enredo mais fiel aos quadrinhos do que a versão Arcade.



a versão do arcade e suas conversões
são estilo clássico de games de luta,
  diferente  da versão do snes


A versão para Super Nintendo é muito similar á outro game da Capcom: X-men Mutant Apocalipse, lançado em 1994.
Marvel Super Heroes: War of the Gems, tem um dos gráficos mais bonitos já vistos no console, é um game em side scroll, padrão bem comum nos games de 16 bits, você tem a disposição cinco personagens, Homem Aranha, Capitão America, Hulk, Wolverine e Homem de Ferro, cada um com golpes e habilidades diferentes.

Wolverine prestes a arrebentar dois clones malignos,
ao lado, a manopla do poder equipada com as jóias do infinito



 A jogabilidade é ótima, e os ataques especias são ativados com sequências de botões, similar ao hadouken do Street Fighter.
Graficamente o jogo é impecável, gráficos, efeitos de luz e cenários interativos são perfeitos, mas em compensação o jogo é muito difícil, mas é empolgante e viciante.


           
1- iron man prestes a tretar com dr. doom,
2- tela de heróis á sua disposição
3 - spider man esticando as canelas com uma voadora.



War of the Gems é um dos melhores títulos para Super Nintendo, e é apreciado
 até hoje, pois reúne os maiores heróis Marvel num game muito divertido, com o já conhecido selo Capcom de qualidade!








Ficha Técnica

Nome: Marvel Super Heroes: War of the Gems
Produtora: Capcom
Ano: 1996
Sistema: Super Nintendo
No. de Jogadores: 1
Nota ( de 0 á 10): 8.7



Espero que tenham gostado da postagem mesmo sendo curtinha, obrigado pela leitura, abraços e até breve!



AVANTE HERÓIS!!!!





Confira essa postagem em vídeo com um super gameplay incluso:
















sexta-feira, 31 de maio de 2013

Astros da música no mundo dos games

  (Por Mário Kazama)




O mundo dos games é imenso, muito divertido e envolvente, e a cada geração de consoles que se passa os games vão ficando mais modernos e ambiciosos, pensando nisso, pra ganhar uma fama e uma grana a mais, alguns astros do mundo da música se lançaram nesse meio também, foi afinal, o mundo dos games é aberto pra todo e qualquer tipo de temas a se transformar num game.
Nessa postagem, vou apenas dar alguns exemplos pra vocês:





Moonwalker (1989, arcade, mega drive, master system)
Michael Jackson, nosso eterno rei do pop foi o primeiro a ter seu próprio game, padrinho da Sega of América, estreou seu filme bombástico no cinema, dando a deixa pra virar um grande hit nos games também.
Lançado para arcades e depois para mega drive e master system, o jogo fez muita fama no mega drive, e foi muito bem aceito pelos gamers, hoje em dia sendo um dos games "cult" da sua geração.







Spice World (1998, playstation)
Joguinho de dança estilo Dance Dance Evolution, mas com muito menos glamour.
Aproveitando a fama na época das então gatinhas Spice Girls, o jogo é recomendado pra crianças ou fanáticos pelas garotas, pois é bem repetitivo e meio bobo, além de ter os gráficos meio estranhos, estilo super deformer, com os personagens cabeçudos e anões.
Se você for fã desse grupo se arrisque, caso contrário, passe longe!









Britney's Dance Beat (2002, Playstation 2, Gba, Pc)
Outro jogo pra se jogar dançando no tapete clonando Dance dance Evolution, Britney no auge da sua fama arriscou ser estrela dos games também.
Tiro dado pela culatra, pois apesar dos gráficos medianos e tendo os sucessos da cantora, era chato, fraco e repetitivo.
Recomendado para aspirantes a paquitas, ou pra quem não tem mais nada pra fazer na vida, além de respirar.








Def Jam Fight For NY ( 2004, playstation 2, gamecube, xbox )
Segundo game da série Def Jam, com os personagens do mundo do rap, destaque maior para Snoop Dogg, um dos "mocinhos" da trama.
O jogo é bacana, pois é um game de porrada, se você já assistiu o filme Clube da Luta vai adorar esse título.
Jogabilidade sólida, gráficos bacanas e movimentação dos personagens maneira, só não curto muito esse estilo de games de luta, pois sou mais os clássicos 2D, como Street Fighter e etc, mas pra quem curte hip hop e gosta de um game de luta com uma jogabilidade diferenciada e alternativa, ta recomendado!






50 Cent Bulletproof (2005, playstation 2, xbox, psp)
Jogo de tiro do rapper mais rico do mundo do hip hop gringo, o cara investiu uma grana alta no game, e até chegou a comprar centenas de cópias a fim de alavancar o game no ranking alto de vendas.
O jogo tem os gráficos até bacaninhas, e conta com participações dos rappers Eminem e Dr. Dre.
Jogabilidade fraca, enredo clichê e efeitos sonoros preguiçosos, deixam o game desinteressante e tosco.
Só recomendo se você for devoto do 50 Cent, caso contrário fuja desse título, pois existem centenas de títulos de tiro superiores a este, The Punisher e Syphon Filter são dos exemplos disso.
50 Cent Bulletproof é um desperdício de marketing e tecnologia, pois afinal das contas, esse jogo não vale meros 50 centavos!




É isso ai galera, vou fechando esse post por aqui, o próximo post sobre música nos games, vai ser super especial, pois vai ser sobre algo que amamos muito: ROCK AND ROLL!!!
Abraços galera, espero que tenham gostado e até breve!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sessão Crítica: Somos tão jovens

                                                          (Por Mário Kazama)





Olá queridos leitores, hoje trago pra vocês os meus pontos de vista desse, que já é ao lado de Tropa de Elite, um dos filmes mais bombásticos do cinema nacional, e eu como um fã fervoroso do nosso querido Renato Russo, não pude perder a película né!

O filme tem como proposta contar a juventude de Renato e da turma da colina, que era o seu grupo de amigos, então podemos ver o início do Aborto Elétrico, (banda que depois de desfeita, daria origem ao Legião Urbana e ao Capital Inicial) assim também tem aparições da Plebe Rude e menções a demais bandas formadas e vividas nessa mesma época.





O núcleo do filme é muito interessante, pois mostra um Renato Russo desmistificado, mais humano, cheio de erros, incertezas e falhas, assim como todos nós, sendo assim muito mais divertido e bacana se identificar com o "personagem" no geral.
Sendo assim, podemos ver o jovem enfrentando suas limitações com problemas de saúde que realmente enfrentou na juventude e também suas frustrações pessoais, uma delas é se achar feio pra ser um rockstar, além também de conviver e difundir sua opção sexual, pois mesmo sendo muito curto no filme, também foi retratada.


o jovem Renato, vivido pelo ator Thiago Mendonça



Devido aos seus problemas de saúde e como nós já sabemos, Renato Manfredini Junior, ainda preso numa cama, começou a ler livros, ouvir música, estudar instrumentos musicais e escrever, já transformando sua brilhante mente para que tempos mais tarde, viria ser o mito Renato Russo que nós conhecemos e amamos, tudo isso é retratado de forma muito interessante e progressiva no longa.
As aventuras de Renato e sua turma com a descoberta do rock e do movimento punk, regados de festas malucas e bebedeiras também pode ser vistos nesse filme, com cenas elétricas e empolgantes da galera curtindo e pulando loucamente ao som do velho e caloroso punk rock inglês.


os punks de brasília,
aborto elétrico e plebe rude.





Apesar das cenas de festas e o rock sendo feito e estourando no longa, o grande destaque da trama é a amizade romântica entre Renato e sua amiga Aninha (Aninha é uma personagem fictícia, que é a "junção" de três grandes amigas que Renato teve na vida real) a base dramática do longa é nessa relação de amor/ódio/companheirismo do "casal de amigos", é muito bonito e fofo o relacionamento dos dois, que mesmo estando um pouco fora do contexto original dos fatos, dá um tom mais frágil e humano pro filme, conseguindo assim então, atingir um público que não foi ver o filme só por rock n' roll, mas também por algo mais afetivo e sentimental, bem ao estilo das músicas do próprio Renato Russo.


Aninha e Renato



Brigas, criações de canções e términos e nascimentos de bandas também foram retratados com fidelidade no longa, até a sombria época de Trovador Solitário que Renato teve após sair do Aborto Elétrico foi muito bem executada e utilizada no enredo, assim também a origem do Legião Urbana, ainda engatinhando para a fama e com alguns problemas de trocas constantes de membros e por ai vai.


Renato em sua época de Trovador Solitário



Figuras de peso do rock nacional também dão as caras no filme, pois fizeram parte dessa história e da vida de Renato, caras como Dinho Ouro Preto e Herbert Viana, interpretados mágicamente pelos atores Ibsen Perucci (Dinho) e Edu Moraes (Herbert), interpretando com perfeição os trejeitos, gírias e gestos dos personagens vividos.
O grande charme do filme é Thiago Mendonça encarnando literalmente Renato Russo, pois ele transmite e executa com maestria os gestos, falas e movimentos do Renato verdadeiro, o que foi emocionante e incrivelmente fantástico e muito, mas muito legal!
Todas as cenas musicais foram ao vivo, a banda e Renato tocando e cantando foram reais, feito super competente do diretor e dos atores, a fim de dar mais realismo ao filme, e posso dizer que deu muito certo!

Ibsen Perucci como Dinho Ouro Preto



PONTOS NEGATIVOS DO FILME:

Somos Tão Jovens é um belo filme, mas também tem suas escorregadas, o núcleo dramático entre os personagens Renato e Aninha acabou sendo o grande foco do enredo, isso acabou deixando um pouco de lado a empreitada principal, que é retratar a adolescência setentista e a criação das bandas punks de Brasília, na minha opinião crítica, após ler muitos artigos, livros sobre o Renato e ver diversos documentários, senti falta de ver no filme algo mais agressivo, mais cenas com festas malucas e bebedeiras, aquela velha curtição jovial de estar entre os amigos, escrever músicas á toa enquanto bebe e fuma deitados na grama rente a uma fogueira, isso e um pouquinho mais de anarquia que as entrevistas e documentários sobre o Aborto Elétrico tanto me transmitiu, durante minhas pesquisas sobre as raízes do Legião Urbana, algo que me empolgava muito sobre o passado, e que senti certa falta no filme, atmosfera essa que eu consegui sentir em certas partes no filme do Cazuza. Somos tão jovens também é um filme um pouco curto, se fomos analisar a responsabilidade que ele tem em retratar algo tão místico e importante pra nós fãs.


Thiago Mendonça convence muito bem
executando as canções encarnado Renato Russo



CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Somos Tão Jovens é um ótimo filme, um dos melhores já feitos no nosso país, e apesar de ter certas escorregadas no seu todo, é uma linda homenagem ao nosso eterno poeta Renato Russo, filme muito bem produzido, certos detalhes foram incrivelmente executados como contam as "lendas", ótima fotografia, atores brilhantes e trilha sonora sem precisar falar né, mas do que perfeita!
Na minha média de 0 a 10, carimbo 8,5 de nota para o filme, pois apesar de ser muito bom, talvez se feito com mais ambição e intensidade em certas coisas, teria sido um 10 platinado!
Mas, o que mais os fãs queriam ver o filme conseguiu, que foi retratar a juventude de Renato e o início de Várias bandas ícones do nosso país, coisa que faltava pra nós fãs, pois sempre que se fazia algo sobre Renato Russo, era falando do meio da sua vida pra frente, e esse filme veio tapar o buraco e nos satisfazer a curiosidade de saber o início da lenda.
O filme é emocionante e empolga mesmo! Thiago Mendonça encarnando Renato Russo é magnífico, se sente no olhar a emoção de tudo aquilo!

E só de eu entrar na sala de cinema e sentir o chão tremer com o som alto do local, ao som de Tempo Perdido no início do filme, e durante o filme um grupo de pessoas sentadas atrás de mim chorando e cantando junto ao filme, já foi incrível e valeu o ingresso!


Corra logo pro cinema, pois super recomendo esse ótimo filme se você for fã, se não for vá logo ver e vire um fã você também, Legião Urbana e Renato Russo são nossos tesouros nacionais do rock n roll e merece com louvor essa grande homenagem!

Espero que tenham gostado da postagem, não esqueça de dar um like na nossa página no face, comentar aqui em baixo e dar uma olhada no nosso canal do you tube.
Grande abraço e desde já agradeço.

Até a próxima!











quarta-feira, 1 de maio de 2013

Street Fighter Alpha: toda lenda tem um início!

                                                            (Por Mário Kazama)




Street Fighter Alpha (ou Street Fighter Zero, como é chamado no japão) foi lançado em 1995 para os fliperamas, quando todos esperavam uma continuação direta do Street Fighter II, a Capcom veio com essa cartada genial de mostrar as aventuras anteriores da saga dos lendários lutadores mundiais!
Como o game é uma visita ao passado, podemos ver todos os lutadores ainda muito jovens, Ken por exemplo, com os cabelos enormes e Ryu, ainda não possuindo sua faixa vermelha na cabeça, e ambos tendo obstáculos em manipular seus poderes e habilidades com perfeição, já que ainda não estão em estágio avançado de todo o seu poder, o que torna tudo muito interessante.


com uma aparência mais jovial e suave, os personagens da
série alpha se tornaram muito populares  e ainda
mais carismáticos


Muitos desfechos da trama se iniciam aqui, como por exemplo o personagem Charlie (Nash no japão) e seu compronto suicida contra M.Bison (Vega no japão) dando assim um início á futura jornada de Guile contra M.Bison, a fim de vingar o amigo morto, temos também Chun li e suas tentativas ainda falhas de desmantelar a Shadaloo, pois é a organização responsável pela morte de seu pai, temos o desfecho do confronto de Ryu e Sagat, Akuma aparecendo pela "primeira" vez, realmente mostrando ser uma grande ameaça.
Dão as caras também alguns personagens do "obscuro" primeiro game da série, sendo eles Birdie e Adon, dando a entender mesmo, que o game se passa muito antes do Street Fighter II.

adon e birdie, dois personagens
vindo diretamente do primeiro e obscuro game
da franquia


Aparecem também no game os personagens do game Final Fight (também da Capcom) cada um com sua trajetória e trama encaixados no contexto geral do enredo, explicando que após os fatos de Final Fight, os personagens pularam para o Street Fighter, já que a trama de Final Fight se passa antes das aventuras do Street, e os dois games sempre tiveram uma interligação interessante desde que ambos lançaram.

como já é de costume, quando um game da franquia
lança nos estados unidos, sofre diversas modificações,
tanto no nome de alguns personagens, como
no próprio título


O game possui um leque de dez personagens selecionáveis e três secretos, sendo os selecionáveis: Ryu, Ken, Charlie, Chun li, Birdie, Sodom, Guy, Rose, Sagat e Adon, e os secretos são: M.Bison, Akuma e Dan.
Graficamente o jogo é um desenho animado! Os gráficos em 2d são realmente lindos e empolgantes até mesmo para os dias de hoje, o designer do game ficou á cargo da mesma equipe que produziu os games também da Capcom,  X-men: Children of Atom e Darkstalkers, tendo assim aceitação imediata do público e caindo na graça de legiões de fãs mundo afora!


a diferença gráfica da nova série é gritante,
pois os designers do game deram um ar mais
modernos e bonito, dando um aspecto
similar à um anime


a jogabilidade continua brilhantemente perfeita e bem desenvolvida, os personagens agora apesar de terem seus ataques especiais, ganharam não só um (como na versão Super  II Turbo) mas sim DOIS super combos para cada lutador! (apenar Akuma tem mais de dois super combos), sendo assim a variedade de combinações de golpes e combos ficaram muito mais extensos e as batalhas mais competitivas e interessantes.


o game possui dez personagens
livres e mais três escondidos


A trilha sonora assim como todos os efeitos sonoros são impecáveis, os temas dos personagens clássicos são remixes das suas trilhas antigas, e os personagens novos ganharam empolgantes e caprichadas trilhas para acompanhar seus combates, no bom e velho estilo Capcom de qualidade!
Cada personagem tem seu desfecho final diferente, sendo assim, o inimigo final pra cada lutador varia muito, pois cada um tem sua trama, ponto positivo pro game, pois nem todos estão interessados em enfrentar o mesmo oponente final, assim como era em Street Fighter II.
O game só peca gravemente nos cenários, os poucos que existem são muito bacanas, alguns deles tirados do primeiro game, mas não entenda mal os cenários são bons, mas a falta deles é que deixou o game meio estranho, é muito personagem pra pouco cenário, sendo assim, você acaba repetindo cenários mesmo passando de um estágio pra outro, mas isso realmente não prejudica em nada a diversão do game.


o game só peca na pouca
variedade de cenários, erro concertado nas
 versões posteriores
mas de resto, o jogo
é nota 10



Street Fighter Alpha teve adaptações para Playstation e Sega Saturn no final de 95, e em 1999 para Game Boy Color, também pode ser visto na coletânia Alpha Anthology, lançado para Playstation 2 em 2006, e atualmente pode ser baixado para combates online na Psn e na Xbox Live.


a versão para gameboy color, apesar de
perder a qualidade gráfica,  tem
intacto todos os aspectos da versão
para os consoles "grandes"



CURIOSIDADES:

* As versões jovens (Alpha/Zero) de Ryu e Ken apareceram pela primeira vez em trechos nas lembranças de Ryu no filme animado Street Fighter II Animated Movie, que é sem dúvida o desenho (anime) mais foda já feito sobre Street Fighter, vale lembrar que esse filme lançou antes da série alpha, mesmo tendo passado em 1997 aqui no Brasil..


a versão Alpha de ryu e ken no longa animado,
com certeza rolou uma inspiração pelo filme,
ou foi simplesmente uma prévia subliminar
sobre o novo game da saga



* Outro anime que foi inspiração para a  série Alpha, foi o Street Fighter II Victory, série super famosa que passava nas manhãs de domingo pelo SBT, e que  hoje em dia é aclamada e apreciada pelos fãs da franquia, lá você pode ver todos os personagens mais jovens e a presença do personagem Charlie (Nash) que mesmo um pouco diferente do game, é o mesmo personagem


a série em animes é um elo com a série Alpha, pois mostra
os personagens ainda jovens no período da
adolescência e descobrindo
seus poderes


* Com o sucesso estrondoso da série Alpha, em 1996 foi lançado um mangá baseado nos dois primeiros games da  série, o mangá de duas edições foi lançado no japão alcançando muito sucesso, e no ano de 2008 foi relançado nos estados unidos pela Udon, a mesma produtora que faz os quadrinhos atuais do game. Em 1999 foi lançado o OVA Street Fighter Alpha e em 2005 teve uma "sequência" com o nome de Alpha Generations, ambos fizeram sucesso entre os fãs da saga.


os dois OVAS baseados na série Alpha dos games,
ambos tendo boa aceitação dos fãs.


* O game Street Fighter Alpha teve duas excelentes continuações lançados diretamente para os fliperamas, e também adaptados para diversos consoles da época, como Playstation, Sega Saturn, Super Nintendo e Sega Dreamcast, sendo muito bem sucedidos e assim conquistando cada vez mais fãs de todas as idades por todo o globo.


Street fighter alpha 2 e 3, são as
continuações do primeiro game,
todos tendo  novos personagens, golpes e cenários,
garantindo assim o sucesso e a diversão do
game anterior




Street Fighter é sinônimo de um bom game de luta, é o lendário e merece o título de "pai dos games de luta"
e a série Alpha foi uma revolução da franquia, com gráfico e jogabilidade renovados, enredo melhor explicado e extremamente viciante e empolgante!
Se você aprecia jogos de luta, Street Fighter Alpha é super indispensável para sua coleção, ainda mais se você for fã da franquia, mas se ainda não conhecer, é uma excelente oportunidade para conhecer essa grande lenda que é o Street Fighter, feito pra nós carinhosamente pelas mãos da Capcom!


o mangá lançado em 1996, e posteriormente
relançado nos E.U.A
em 2008



Vou ficando por aqui, espero que tenham gostado!
Deixo super recomendado esse ótimo game, tenho certeza que vocês vão adorar!
Não deixem de comentar e se inscrever, dê também uma passada no nosso canal do youtube.

Abraços e até a próxima!


terça-feira, 19 de março de 2013

Top 10: Artistas de um só Hit

                                                            (Por Mário Kazama)


E ae pessoal, depois de um tempinho sem postar nada no formato top 10, venho com essa nova postagem, fugindo um pouco do mundo dos games e falando mais sobre o universo musical.
Depois de muitas pesquisas e experiências pessoais, venho com o top 10 de artistas GRINGOS de um único sucesso, que são aqueles que geralmente ficam na mídia por um tempo, explodem de sucesso mas não conseguem prosseguir e cai no esquecimento, para que futuramente virarem símbolos cult do mundo da música, mas isso não significa que são músicas ruins pelo contrário, são até melhores que o cenário da música pop da atualidade!
Bom, vamos ao que interessa:




10- Extreme - More than words
A banda de hard rock formada na metade dos anos 80 emplacou com esse grande sucesso, a música é realmente decente, pena que não tiveram capacidade para criar outros clássicos á altura e aos poucos foram caindo no esquecimento da mídia.














9- Nazareth - Love hurts
Banda também de rock, mas dessa vez formada nos anos 60, tiveram alguns facos sucessos, mas com o lançamento de Love hurts, conseguiram o estrelato, mas depois disso nada tão bombástico foi criado pelo quarteto romântico, pois vamos combinar, Love hurts é escrachadamente uma música de desespero, típica e especial pra se curtir uma "dor de cotovelo"...









8- Rick Astley - Never Gonna Give You
O fenômeno cantor oitentista ganhou vários prêmios, diversos álbuns lançados, mas nenhum hit dele chegou as pés de Never gonna give you up!
Essa música eternizou sua carreira, fazendo com que nenhum outro hit lançado pelo cantor emplacasse honestamente, Rick e sua música são sucesso até hoje, chegou a virar meme das redes sociais, e desse impacto os fãs criaram um movimento na net chamado Rickroll, uma espécie de trolagem usando a música do artista.
Essa é a prova concreta de que um artista de um só hit pode virar sinônimo cult e ser eternizado, por mais estranho que isso seja!





7- Sabrina - Boys
Pulando do rock e migrando pro pop, que é a matéria-prima que mais gera artistas de um só hit,
Sabrina, mais um ídolo oitentista, abalou por um tempo com seu hit dançante, mas logo após isso não conseguiu emplacar mais nada musicalmente,
Após o declínio, ela ainda usou suas belas curvas participando de clipes e projetos de outros artistas,
e recentemente em parcerias musicais com outras cantoras, não muito badaladas.
E vamos falar a verdade no português crú e claro, 90% da garotada que curtia seu clipe, era somente pra ver a bela semi nua dançando na piscina.
E apesar de seu hit ainda animar festas trash revival, mas não passa disso mesmo...





6- Outkast - Hey ya!
Dupla de rappers formada pós ano 2000, fizeram horrores em grana com seu single Hey ya, pena que depois disso, os caras não conseguiram manter o ritmo e caíram no abismo da fama passageira, uma pena mesmo, pois os caras tinham potencial e talvez poderiam revolucionar a cena rap/hip hop americana.








5- SteppenWolf - Born to be Wild
Mais uma banda de rock, os canadenses dessa banda decidiram fazer m´sica no final dos anos 60, e como todo o resto do pessoal dessa lista, não teve outros sucessos bombásticos, mas apesar disso, essa música é símbolo cult, e é usada em diversas produções Hollywoodianas até hoje.









4- 4Non Blondes - What's Up
Grupo formado em 1989, lançaram um único album, venderam milhões, mas desse album apenas um hit emplacou, é visto como um clássico nível B hoje em dia, e talvez se tivessem continuado o trabalho e lançado novos álbuns, conseguiriam atingir a sonhada fama.
E com apenas um album, o grupo não merece ser "malhado" pela crítica, mas mesmo assim, não deixam de ser artistas famosos vendendo uma única música ao público.







3- Locomia - Locomia
O quarteto de dançarinos espanhóis decidiram criar um estilo de dança irreverente e totalmente inovador em meados dos anos 80, passaram por diversas formações, mas não conseguiram estacar nenhum outro hit á não ser o clássico som de mesmo nome do grupo, os caras mandam muito bem na dança, é interessante e cativante de ver, uma pena que os caras só dançavam uma única música, e apenar de lançarem alguns álbuns, o Locomia Locomia Locomia perpetuaram eternamente os caras, sem contar naquelas piadas insanas que o pessoal falava que eles se "locomiam" (hehahaha, tá parei!) e não importa, são artistas de um hit só, mas merecem meu respeito, pois eles dançam pra caramba!






2- Los Del Rio - Macarena
a dupla pop latina formada nos anos 60, com décadas e décadas de estrada, só conseguiram sucesso absoluto e mundial (e talvez até em outros planetas) em 1994 com o Hyper hit Macarena.
E desde então só conseguiram emplacar com esse único hit, até por que somente essa música é conhecida pelo grande público mundial.
Os caras estão na ativa até hoje, mas a Macarena continua sendo o único trunfo da dupla.









1- Vanilla Ice - Ice ice Baby
O rapper dançarino pop surgiu nos anos 80, e tentou com unhas e dentes prosseguir na carreira, mas de forma alguma o cara conseguiu um sucesso como seu Ice Ice Baby, o cara foi polêmico, ridicularizado e mal falado, assim como bem falado também, e não é exagero falar que se hoje os artitstas brancos tem liberdade de fazer rap, como as bandas Limp Blizkit, Linkin Park e o rapper Eminem, foi esse cara maluco e esquisito que abriu o caminho, ainda lá nos anos 80.
E sim galera, esse rapaz saculejante só conseguiu vender essa música para o mundo, hoje sendo um clássico trash, consegue ser muito melhor que os ídolos pop atuais, tais como juntin bieber, one direction e etc....




É isso ai galera, vou ficando por aqui, espero que tenham gostado da postagem, eu sei que talvez tenha faltado alguns artistas na lista, mas são muitos para uma lista onde só cabem dez.
Mas se faltou algum artista que marcou sua geração e que você gostaria que estivesse nessa lista, deixe um comentário!
Abraços a todos, valeu galera e até a próxima!