terça-feira, 5 de novembro de 2013

Top 10: Produtos toscos baseados em Street Fighter

( Por Mário Kazama )




É isso ai galera, o nosso lendário e querido game de luta faz 25 anos em 2013, e já aproveitando a deixa vou fazer uma série de postagens sobre esse game, mas como toda boa franquia milionária de sucesso tem seu lado ruim, hoje mostro pra vocês os produtos mais toscos licenciados ou não, com a marca Street Fighter, e na próxima postagem, mostrarei os dez mais bacanas, fiquem ligados e confiram esse post.
Divirtam-se!



10 - Street Fighter: A batalha Final (1994)
O filme mais aguardado dos anos 90 se mostrou decepcionante, atores mal escolhidos, poucas cenas de ação e um enredo fraco, como o filme é americano puxaram toda a sardinha de herói fodão pro Guile, deixando Ryu e Ken como coadjuvantes, isso revoltou muito os fãs.
Mas apesar disso o filme agradou crianças do mundo todo e faturou mais de 100 milhões mesmo sendo um filme todo errado, encare esse filme como uma distração estilo sessão da tarde ou uma história paralela do game, pois não dá pra levar esse filme á sério, e só serve como um bom filme de ação se você não manjar muita coisa do game. Ame-o ou odeie-o. Mas como todo filme que é sucesso surgem produtos derivados dele, vai vendo!


                                                    TRAILER DO FILME




9- O desenho americano (1995- 1997)
Com o sucesso do filme surge uma série em desenho baseado no mesmo, pois o desenho é uma espécie de continuação do filme, totalmente americanizado, os lutadores formam uma equipe de heróis no estilo liga da justiça, pra combater a Shadaloo, tudo isso liderado pelo "fodão" coronel Guile, e ai é sonic boom pra todo lado e toda hora, aff.....
O desenho é meio infantil e não tem um enredo forte, só serve pra crianças que não se importam com história e só querem ver cenas de porrada, assista só por distração, pois como o filme, não dá pra se levar a sério.
Esse desenho passou no SBT logo após o término da série fabulosa em anime, hoje em dia é impossível achar esse desenho dublado até mesmo na internet, mas caso queira matar a curiosidade, tem ele completo em inglês sem legendas nos sites torrents por ai e no Youtube.


                                        ABERTURA DO DESENHO





8- Street Fighter: The Movie Game (1995) (Arcade, Ps1, Saturn)
Se você achou o filme tosco e a ideia de um desenho baseado no mesmo ruim, calma pois fizeram um jogo baseado no filme, que é baseado no jogo, hã????
Isso mesmo, o jogo é digitalizado com os atores do filme, cenários e enredo também, a jogabilidade da versão para consoles é parecida com o Super Street Fighter II, então não é tão ruim, o jogo em si na verdade não é tão zuado, (a versão do fliperama é sim) dependendo de como você enxerga o filme, mas independente disso, ele é um dos ou senão o jogo mais odiado da franquia, simples assim...







7- Os quadrinhos americanos (1993)
A editora gringa Malibu Comics viu no game uma possibilidade de ganhar uma grana alta conquistando os fãs de quadrinhos, como a Capcom nos anos 90 era muito mais mercenária que atualmente, emprestava os direitos de fazer produtos com o game pra qualquer um que gerasse lucro, daí surgiu essa série que foi cancelada na terceira edição pela própria Capcom, que não estava gostando do desenrolar da trama sem pé nem cabeça. os traços do gibi são bruscos meio estranhos, e só vale pra colecionadores, pois é bem babaca.
Esses quadrinhos chegaram ao Brasil em 1994 pela editora Escala, e após o cancelamento do mesmo, nosso país fez os próprios quadrinhos baseados no game, que por sinal ficaram muito melhores do que esse ai.
Você pode saber mais dessa história na postagem completa dos quadrinhos do game, na aba QUADRINHOS do site.




OLHA SÓ QUE KEN GROTESCO,
EU NÃO ME CONFORMO
COM ISSO !!!

6- Bonecos Street Fighter lançados pela G.I JOE (1993 - 1995)
A empresa americana criadora dos Comandos em Ação, lança a linha de bonecos baseada no game da Capcom, o resultado?
DESASTRE TOTAL!!!
Os lutadores de rua foram transformados em soldados deformados e totalmente descaracterizados, tá na cara que os caras que fizeram essas porcarias não jogaram 5 minutos sequer do game pra ter noção de criar tamanha merda!
E pra piorar, em 1995, lançaram a coleção de bonecos escrotos baseados no filme do Van Damme, depois dessa não falo mais nada!








                              COMERCIAL GRINGO DOS BONECOS





5- Manhuas Chineses (1993 - 2002)
Manhuas são típicos mangás chineses, não sei se esses produtos são licenciados, mas os manhuas adaptam de forma livre diversas obras e games de sucesso, Street Fighter foi o maior alvo deles.
Existem diversas sagas desses mangás, umas boas e outras bizarras, uma delas tem na trama um M.Bison gay, na outra os lutadores são soldados espaciais, isso entre outras esquisitices.
Mas pra compensar as bizarrices, os traços são incríveis, bem detalhados e coloridos, vale a pena ver pelas cenas de luta que são bacanas, infelizmente (ou sorte) nenhuma dessas publicações chegou ao Brasil, mas se encontra na internet, algumas delas até traduzidas por fãs, mas já saiba, não leve a sério esses mangás, são só produtos com tramas paralelas, mas vale a pena matar a curiosidade.







4- O Desenho Coreano (1992)
Se você achou o filme do Van Damme e o desenho americano ruim, isso é porque você não viu esse longa metragem animado!
Esse filme em anime (vou chamar assim) produzido pela Coréia é muito bizarro, dá até pra pensar que ele é tosco e sem noção de propósito, apesar disso a qualidade da animação é ótima, lembra bastante o Dragon Ball clássico, do Goku criança, tem umas cenas de lutas bacaninhas, mas o enrendo e os personagens são muito babacas, é nada a ver com nada!
Assista por curiosidade e encare como um desenho de comédia, só assim pra não falar mal dessa obra.
Esse filme nunca chegou ao Brasil e nem aos Estados Unidos, e também não tenho fontes que confirmam se é um produto licenciado pela Capcom, mas em todo caso apesar de ser tosco e muito raro, é bem curioso, até porque foi a primeira animação lançada baseada no game.



      A ANIMAÇÃO COMPLETA, MAS SEM LEGENDAS E EM ÁUDIO COREANO






Acreditem ou não, esse
é o Blanka...
3- Street Fighter coreano (1993)
A Coréia ataca novamente, com uma série de baixo orçamento e não licenciada, com atores amadores, roupas bizarras e nada presta nessa obra, efeitos especiais dignos de turma do didi, o sonic boom do Guile parece um jato de desodorante, os personagens dão super saltos, estilo O Tigre e o Dragão, e o que podemos fazer sobre isso é só dar risada, pois de tão tosco é muito mas muito engraçado!
Tem também um filme coreano baseado no game, onde os efeitos especiais são menos toscos, mas o enredo consegue ser ainda mais sem noção do que a série!




UMA PRÉVIA DESSA PÉROLA PRA MORRER DE RIR!





2- Street Fighter: A lenda de Chun Li (2009)
Esse filme com certeza é a pior decepção da minha vida, e a pior coisa oficial já feita baseada no game!
Não tenho vergonha de dizer que depois de ver esse filme, eu chorei de raiva de tanto desgosto, pois tudo, absolutamente TUDO nesse filme está escrotamente errado!
Um filme do Street Fighter sem Ryu e Ken, personagens grosseiramente descaracterizados, uma trama nojenta e cenas de luta de dar vergonha, o filme do Van Damme é uma obra de arte comparado com esse lixo.
No japão apenas três pessoas viram esse filme no cinema, e ele ganhou o prêmio framboesa de ouro como o pior filme de 2009.
Se você é fã do game, passe longe dessa aberração, eu só não entendo como a Capcom deixa acontecer esse tipo de coisa usando o nome de sua maior franquia, decepção total!!



 O TRAILER DESSE LIXO SÓ PRA NÃO DIZER QUE EU FALEI BESTEIRA...




1- Oportunistas de péssimo gosto fazendo músicas escrotas com o nome do game (2011)
O caso mais recente disso é a dupla de leprosos Mantena e JP, misturando elementos do game com o péssimo ritmo de axé, eu me recuso a por o vídeo desses caras aqui, pois é vergonhoso, e esse tipo de "homenagem" eu não vejo graça nenhuma, pois de tão ridículo e bizarro, é pra ter raiva de uma porcaria dessas, e só pra ter noção, a Capcom americana tirou o vídeo deles do ar por infringir direitos autorais, mas como toda doença se espalha, existem cópias dessa porcaria no Youtube afora.




Bom pessoal vou encerrando essa postagem por aqui, espero que tenham gostado, pode ter sido meio tenso falar de tanta babaquice, mas espero que pelo menos dê pra sair algumas rizadas e lembrar em certo ponto, parte da trajetória do game, e depois de tudo isso, a conclusão que temos é: AMERICANOS NÃO SABEM FAZER NADA SOBRE STREET FIGHTER!!!
Eles deviam deixar nas mãos dos japas, eles sim manjam de fazer coisas bacanas relacionadas a video games.
E na próxima postagem vamos ver isso, dez coisas bacanas lançadas com o nome Street Fighter, aguardem!
Grande abraço e até breve!


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Megaman X: A saga futurista do robô azul

( Por Mário Kazama )



Nos inicio dos anos 90 com a chegada dos 16 bits, era comum os jogadores esperarem por versões novas dos games antigos, com melhores gráficos
e várias novidades nos consoles novos, foi pensando nisso que, com muita pesquisa e diversas modificações, a Capcom traz finalmente para o Super Nintendo em 1993, o tão aguardado game de uma das suas maiores franquais com uma nova saga: Megaman X (ou rockman x no japão).
Após seis games lançados para o Nes, a franquia Megaman estava esgotada e sua formula desgastada, com isso Megaman X veio inovando em todos os aspectos, tudo novo, inimigos, trama e até um novo Megaman.

Megaman agora tem uma aparência mais adolescente,
além de seu visual mais modernizado e arrojado.


O personagem  cresceu junto com os jogadores que jogavam a série clássica, com um aspecto mais sério e maduro.
Megaman X possui gráfico incríveis pra época, trilha sonora impecável, e uma infinidade de novos personagens carismáticos, um deles é Zero, o novo parceiro de Megaman, ocupando teoricamente o lugar de Protoman, Zero nas continuações do game, se torna um dos personagens mais importantes da série.

Zero, o novo e poderoso parceiro de Megaman,
assume teoricamente o lugar de Protoman

A jogabilidade do game é a mesma dos clássicos, mas foi melhorada e amplicada com as novas habilidades do personagem, a mais notável é o novo sistema de armadura, que deixa o personagem mais poderoso e com habilidades extras, coletar as peças da armadura nos cenários é muito útil, pois assim se tem mais chances de vencer o novo e vilão, o imbatível Sigma.

a Light Armor, um upgrade para
deixar nosso herói mais poderoso
e assim quebrar a cara de seus inimigos



A HISTÓRIA:
O game se passa possivelmente 100 anos após os eventos da série clássica.
 Dr. Cain, um famoso cientista participava de uma escavação em busca do fossil de uma planta, quando achou por acidente o antigo laboratório de Thomas Light, e para sua surpresa encontrou um robô chamado Mega Man X em uma cápsula em meio os destroços do antigo laboratório de Light. Mega Man X  possuía o poder de tomar suas próprias decisões, o que surpreendeu Cain. Dr. Cain começa um estudo sobre X, e com o tempo, conseguiu fabricar seus próprios robôs, baseados no projeto de X, chamados de Reploids.
Mas, de alguma forma, muitos dos Reploids criados por Cain começaram a se rebelar atacando os humanos. Esses Reploids foram chamados de Mavericks. Com isto foi criado os Mavericks Hunters, um grupo formada por Reploids, que seria responsável por caçar e eliminar os robôs malignos Mavericks.
Sigma,um reploid de grandes capacidades, foi escolhido para ser o líder dos Mavericks Hunters. Sigma liderou com firmeza e controle da situação, até quando, a partir de certo evento e por causa de um vírus, começou a se comportar de forma estranha.
Não muito tempo depois, Sigma, o líder dos Mavericks Hunters se tornou um Maverick, e além de força, Sigma possuía uma grande inteligência e influencia sobre os reploids, o que lhe garantiu um grande exercito ao seu dispor. Isso faz de Sigma o principal inimigo de X na maioria dos jogos da série.
agora, cabe ao X e aos Maverick Hunters limpar essa bagunça e eliminar os robôs assassinos de uma vez por todas, antes que vire um caos global.

Zero, tirando Megaman de uma fria
ao se confrontar com o
perigoso vilão Ville







Megaman X teve um remake fantástico, lançado para PSP em 2005, contendo nova dublagem, cut scenes em anime e uma infinidade de extras,
O mais legal deles é o O.V.A simplesmente incrível chamado The Day of Sigma, onde se explica o início da trama de X e sua jornada.
Esse remake com certeza vale a pena conferir!










Megaman X é um dos melhores games de Snes, e expandiu e evoluiu totalmente os horizontes da franquia da Capcom.
Indispensável para qualquer gamer que curte um jogo com personagens cativantes, jogabilidade rápida e dificuldade elevada.
Mais um game com o selo Capcom de qualidade!


não importa o tempo que passe, o nosso robozinho
azul vai ser eternamente apreciado como
um dos maiores heróis dos games.
Obrigado Capcom!



Você pode conferir essa postagem em vídeo, incluindo nossos comentários e um mega gameplay:

domingo, 15 de setembro de 2013

Doom: O pai dos games em FPS

( Por Mário Kazama )






Doom é um game gênero FPS criado pela id software em 1993, para computadores ms dos, e nos anos seguintes com adaptações  para diversos consoles.
Wolfeinstein 3d, também da produtora id software foi o primeiro grande game de sucesso do gênero fps,
mas foi Doom que alavancou e expandiu esse gênero em todo mundo, caindo no gosto de milhares de jogadores  mundo afora, com seus gráficos incríveis na época, jogabilidade precisa, sangue, violência e uma
vasta variedades de fases, armas e inimigos para se explorar e utilizar. Doom é viciante, sinistro e alucinante, até mesmo pros dias de hoje.



A historia do game é muito simples:
Um fusileiro indisciplinado foi convocado numa missão em marte, lá ele descobre que no local existe um portal para o inferno e vê todos os seus companheiros sendo mortos e se transformando em zumbis demoníacos, sua missão é destruir todo esse exercito de demônios e criaturas, matar a criatura que guarda o portal do inferno, e sair vivo de tudo isso. Simples e fácil!

Doom foi duramente criticado pela mídia quando foi lançado,
devido ao seu excesso de violência e conteúdo satânico,
a mídia ignorante como sempre atrapalhando os games,
hoje em dia existem games muito piores




O game é difícil, mas muito estimulante, pois contem centenas de fases e os mais variados inimigos
e situações para passar, pois a cada ano que se passava, a produtora lançava expansões com
niveis e inimigos novos para aumentar a vida útil do jogo, Ultimate Doom, Plutônia pack e Final Doom são algumas delas.


o arsenal de armas que o game proporciona!
(sim baby, aquilo é uma moto-serra !!!)

Doom teve três continuações sem contar com as expansões:
Doom 2, lançado em 1994, Doom 64 lançado em 1997, e finalmente o muito aguardado Doom 3, lançado em 2004.

as continuações do game original, todas elas
de excelente qualidade!


Doom também teve uma mini série em quadrinhos nos anos 90, e um filme lançado em 2005, o filme é mais baseado no Doom 3, que é praticamente um remake da série.

o filme do game lançado em 2005, e ao lado
a capa da primeira edição dos quadrinhos, lançado
em 1995



Doom é sem duvidas o clássico absoluto dos games de tiro em primeira pessoa, pois ele foi revolucionário e inspirador, pois á partir dele, foram surgindo novas franquias, como Duke Nuken, Hexen, 007, Medal of Honor, e até títulos mais atuais como Call of Duty e Battlefield.


alguns dos vários games que usaram Doom como fonte de inspiração
e base de criação, para ser os games de sucesso
que são atualmente.



Doom vai ser sempre uma referencia para os games FPS, apreciado eternamente, esperamos que a id nos presenteie com uma nova versão, até lá, nós jogaremos com muito prazer as versões antigas.

Você pode jogar Doom em diversos consoles (playstation, game boy advance, sega saturn, psp, super nintendo, xbox, nintendo 64, etc), emuladores, ou na versão Doom BFG edition, lançado para Xbox 360 e Playstation 3, essa versão possui os games: Doom, Doom 2 e Ressurection of Evil, a versão em expansão do terceiro game da série.







Você pode conferir essa postagem em vídeo incluindo gameplay no meu canal:





É isso ai galera, espero que tenham gostado da postagem, grande abraço e até a próxima, e não se esqueçam: Vídeo Game também é cultura!

See Ya!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Marvel Super Heroes: War of the Gems

( Por Mário Kazama )



E ai galera, hoje trago pra vocês uma breve postagem sobre um dos games mais esperados (na época), mais divertido e também mais belo graficamente já lançado para o Super Nintendo!
Em 1995, a Capcom lança para os fliperamas o game de luta Marvel Super Heroes, baseado nas sagas dos quadrinhos desafio infinito e guerra infinita, de 1991 e 1992, sagas onde os heróis devem deter Thanos e sua horda de vilões de conseguir todas as jóias do infinito poder esse que transforma quem usa em um verdadeiro deus, e pra isso, os heróis devem destruir um exercito de clones malignos.


as duas sagas dos quadrinhos que
inspiraram as versões do game
da capcom


Meses depois o game foi lançado para Playstation e Sega Saturn, mas em 1996, já no fim da sua era, o Super Nintendo ganhou sua versão exclusiva, diferente da versão original, e com um enredo mais fiel aos quadrinhos do que a versão Arcade.



a versão do arcade e suas conversões
são estilo clássico de games de luta,
  diferente  da versão do snes


A versão para Super Nintendo é muito similar á outro game da Capcom: X-men Mutant Apocalipse, lançado em 1994.
Marvel Super Heroes: War of the Gems, tem um dos gráficos mais bonitos já vistos no console, é um game em side scroll, padrão bem comum nos games de 16 bits, você tem a disposição cinco personagens, Homem Aranha, Capitão America, Hulk, Wolverine e Homem de Ferro, cada um com golpes e habilidades diferentes.

Wolverine prestes a arrebentar dois clones malignos,
ao lado, a manopla do poder equipada com as jóias do infinito



 A jogabilidade é ótima, e os ataques especias são ativados com sequências de botões, similar ao hadouken do Street Fighter.
Graficamente o jogo é impecável, gráficos, efeitos de luz e cenários interativos são perfeitos, mas em compensação o jogo é muito difícil, mas é empolgante e viciante.


           
1- iron man prestes a tretar com dr. doom,
2- tela de heróis á sua disposição
3 - spider man esticando as canelas com uma voadora.



War of the Gems é um dos melhores títulos para Super Nintendo, e é apreciado
 até hoje, pois reúne os maiores heróis Marvel num game muito divertido, com o já conhecido selo Capcom de qualidade!








Ficha Técnica

Nome: Marvel Super Heroes: War of the Gems
Produtora: Capcom
Ano: 1996
Sistema: Super Nintendo
No. de Jogadores: 1
Nota ( de 0 á 10): 8.7



Espero que tenham gostado da postagem mesmo sendo curtinha, obrigado pela leitura, abraços e até breve!



AVANTE HERÓIS!!!!





Confira essa postagem em vídeo com um super gameplay incluso:
















sexta-feira, 31 de maio de 2013

Astros da música no mundo dos games

  (Por Mário Kazama)




O mundo dos games é imenso, muito divertido e envolvente, e a cada geração de consoles que se passa os games vão ficando mais modernos e ambiciosos, pensando nisso, pra ganhar uma fama e uma grana a mais, alguns astros do mundo da música se lançaram nesse meio também, foi afinal, o mundo dos games é aberto pra todo e qualquer tipo de temas a se transformar num game.
Nessa postagem, vou apenas dar alguns exemplos pra vocês:





Moonwalker (1989, arcade, mega drive, master system)
Michael Jackson, nosso eterno rei do pop foi o primeiro a ter seu próprio game, padrinho da Sega of América, estreou seu filme bombástico no cinema, dando a deixa pra virar um grande hit nos games também.
Lançado para arcades e depois para mega drive e master system, o jogo fez muita fama no mega drive, e foi muito bem aceito pelos gamers, hoje em dia sendo um dos games "cult" da sua geração.







Spice World (1998, playstation)
Joguinho de dança estilo Dance Dance Evolution, mas com muito menos glamour.
Aproveitando a fama na época das então gatinhas Spice Girls, o jogo é recomendado pra crianças ou fanáticos pelas garotas, pois é bem repetitivo e meio bobo, além de ter os gráficos meio estranhos, estilo super deformer, com os personagens cabeçudos e anões.
Se você for fã desse grupo se arrisque, caso contrário, passe longe!









Britney's Dance Beat (2002, Playstation 2, Gba, Pc)
Outro jogo pra se jogar dançando no tapete clonando Dance dance Evolution, Britney no auge da sua fama arriscou ser estrela dos games também.
Tiro dado pela culatra, pois apesar dos gráficos medianos e tendo os sucessos da cantora, era chato, fraco e repetitivo.
Recomendado para aspirantes a paquitas, ou pra quem não tem mais nada pra fazer na vida, além de respirar.








Def Jam Fight For NY ( 2004, playstation 2, gamecube, xbox )
Segundo game da série Def Jam, com os personagens do mundo do rap, destaque maior para Snoop Dogg, um dos "mocinhos" da trama.
O jogo é bacana, pois é um game de porrada, se você já assistiu o filme Clube da Luta vai adorar esse título.
Jogabilidade sólida, gráficos bacanas e movimentação dos personagens maneira, só não curto muito esse estilo de games de luta, pois sou mais os clássicos 2D, como Street Fighter e etc, mas pra quem curte hip hop e gosta de um game de luta com uma jogabilidade diferenciada e alternativa, ta recomendado!






50 Cent Bulletproof (2005, playstation 2, xbox, psp)
Jogo de tiro do rapper mais rico do mundo do hip hop gringo, o cara investiu uma grana alta no game, e até chegou a comprar centenas de cópias a fim de alavancar o game no ranking alto de vendas.
O jogo tem os gráficos até bacaninhas, e conta com participações dos rappers Eminem e Dr. Dre.
Jogabilidade fraca, enredo clichê e efeitos sonoros preguiçosos, deixam o game desinteressante e tosco.
Só recomendo se você for devoto do 50 Cent, caso contrário fuja desse título, pois existem centenas de títulos de tiro superiores a este, The Punisher e Syphon Filter são dos exemplos disso.
50 Cent Bulletproof é um desperdício de marketing e tecnologia, pois afinal das contas, esse jogo não vale meros 50 centavos!




É isso ai galera, vou fechando esse post por aqui, o próximo post sobre música nos games, vai ser super especial, pois vai ser sobre algo que amamos muito: ROCK AND ROLL!!!
Abraços galera, espero que tenham gostado e até breve!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sessão Crítica: Somos tão jovens

                                                          (Por Mário Kazama)





Olá queridos leitores, hoje trago pra vocês os meus pontos de vista desse, que já é ao lado de Tropa de Elite, um dos filmes mais bombásticos do cinema nacional, e eu como um fã fervoroso do nosso querido Renato Russo, não pude perder a película né!

O filme tem como proposta contar a juventude de Renato e da turma da colina, que era o seu grupo de amigos, então podemos ver o início do Aborto Elétrico, (banda que depois de desfeita, daria origem ao Legião Urbana e ao Capital Inicial) assim também tem aparições da Plebe Rude e menções a demais bandas formadas e vividas nessa mesma época.





O núcleo do filme é muito interessante, pois mostra um Renato Russo desmistificado, mais humano, cheio de erros, incertezas e falhas, assim como todos nós, sendo assim muito mais divertido e bacana se identificar com o "personagem" no geral.
Sendo assim, podemos ver o jovem enfrentando suas limitações com problemas de saúde que realmente enfrentou na juventude e também suas frustrações pessoais, uma delas é se achar feio pra ser um rockstar, além também de conviver e difundir sua opção sexual, pois mesmo sendo muito curto no filme, também foi retratada.


o jovem Renato, vivido pelo ator Thiago Mendonça



Devido aos seus problemas de saúde e como nós já sabemos, Renato Manfredini Junior, ainda preso numa cama, começou a ler livros, ouvir música, estudar instrumentos musicais e escrever, já transformando sua brilhante mente para que tempos mais tarde, viria ser o mito Renato Russo que nós conhecemos e amamos, tudo isso é retratado de forma muito interessante e progressiva no longa.
As aventuras de Renato e sua turma com a descoberta do rock e do movimento punk, regados de festas malucas e bebedeiras também pode ser vistos nesse filme, com cenas elétricas e empolgantes da galera curtindo e pulando loucamente ao som do velho e caloroso punk rock inglês.


os punks de brasília,
aborto elétrico e plebe rude.





Apesar das cenas de festas e o rock sendo feito e estourando no longa, o grande destaque da trama é a amizade romântica entre Renato e sua amiga Aninha (Aninha é uma personagem fictícia, que é a "junção" de três grandes amigas que Renato teve na vida real) a base dramática do longa é nessa relação de amor/ódio/companheirismo do "casal de amigos", é muito bonito e fofo o relacionamento dos dois, que mesmo estando um pouco fora do contexto original dos fatos, dá um tom mais frágil e humano pro filme, conseguindo assim então, atingir um público que não foi ver o filme só por rock n' roll, mas também por algo mais afetivo e sentimental, bem ao estilo das músicas do próprio Renato Russo.


Aninha e Renato



Brigas, criações de canções e términos e nascimentos de bandas também foram retratados com fidelidade no longa, até a sombria época de Trovador Solitário que Renato teve após sair do Aborto Elétrico foi muito bem executada e utilizada no enredo, assim também a origem do Legião Urbana, ainda engatinhando para a fama e com alguns problemas de trocas constantes de membros e por ai vai.


Renato em sua época de Trovador Solitário



Figuras de peso do rock nacional também dão as caras no filme, pois fizeram parte dessa história e da vida de Renato, caras como Dinho Ouro Preto e Herbert Viana, interpretados mágicamente pelos atores Ibsen Perucci (Dinho) e Edu Moraes (Herbert), interpretando com perfeição os trejeitos, gírias e gestos dos personagens vividos.
O grande charme do filme é Thiago Mendonça encarnando literalmente Renato Russo, pois ele transmite e executa com maestria os gestos, falas e movimentos do Renato verdadeiro, o que foi emocionante e incrivelmente fantástico e muito, mas muito legal!
Todas as cenas musicais foram ao vivo, a banda e Renato tocando e cantando foram reais, feito super competente do diretor e dos atores, a fim de dar mais realismo ao filme, e posso dizer que deu muito certo!

Ibsen Perucci como Dinho Ouro Preto



PONTOS NEGATIVOS DO FILME:

Somos Tão Jovens é um belo filme, mas também tem suas escorregadas, o núcleo dramático entre os personagens Renato e Aninha acabou sendo o grande foco do enredo, isso acabou deixando um pouco de lado a empreitada principal, que é retratar a adolescência setentista e a criação das bandas punks de Brasília, na minha opinião crítica, após ler muitos artigos, livros sobre o Renato e ver diversos documentários, senti falta de ver no filme algo mais agressivo, mais cenas com festas malucas e bebedeiras, aquela velha curtição jovial de estar entre os amigos, escrever músicas á toa enquanto bebe e fuma deitados na grama rente a uma fogueira, isso e um pouquinho mais de anarquia que as entrevistas e documentários sobre o Aborto Elétrico tanto me transmitiu, durante minhas pesquisas sobre as raízes do Legião Urbana, algo que me empolgava muito sobre o passado, e que senti certa falta no filme, atmosfera essa que eu consegui sentir em certas partes no filme do Cazuza. Somos tão jovens também é um filme um pouco curto, se fomos analisar a responsabilidade que ele tem em retratar algo tão místico e importante pra nós fãs.


Thiago Mendonça convence muito bem
executando as canções encarnado Renato Russo



CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Somos Tão Jovens é um ótimo filme, um dos melhores já feitos no nosso país, e apesar de ter certas escorregadas no seu todo, é uma linda homenagem ao nosso eterno poeta Renato Russo, filme muito bem produzido, certos detalhes foram incrivelmente executados como contam as "lendas", ótima fotografia, atores brilhantes e trilha sonora sem precisar falar né, mas do que perfeita!
Na minha média de 0 a 10, carimbo 8,5 de nota para o filme, pois apesar de ser muito bom, talvez se feito com mais ambição e intensidade em certas coisas, teria sido um 10 platinado!
Mas, o que mais os fãs queriam ver o filme conseguiu, que foi retratar a juventude de Renato e o início de Várias bandas ícones do nosso país, coisa que faltava pra nós fãs, pois sempre que se fazia algo sobre Renato Russo, era falando do meio da sua vida pra frente, e esse filme veio tapar o buraco e nos satisfazer a curiosidade de saber o início da lenda.
O filme é emocionante e empolga mesmo! Thiago Mendonça encarnando Renato Russo é magnífico, se sente no olhar a emoção de tudo aquilo!

E só de eu entrar na sala de cinema e sentir o chão tremer com o som alto do local, ao som de Tempo Perdido no início do filme, e durante o filme um grupo de pessoas sentadas atrás de mim chorando e cantando junto ao filme, já foi incrível e valeu o ingresso!


Corra logo pro cinema, pois super recomendo esse ótimo filme se você for fã, se não for vá logo ver e vire um fã você também, Legião Urbana e Renato Russo são nossos tesouros nacionais do rock n roll e merece com louvor essa grande homenagem!

Espero que tenham gostado da postagem, não esqueça de dar um like na nossa página no face, comentar aqui em baixo e dar uma olhada no nosso canal do you tube.
Grande abraço e desde já agradeço.

Até a próxima!











quarta-feira, 1 de maio de 2013

Street Fighter Alpha: toda lenda tem um início!

                                                            (Por Mário Kazama)




Street Fighter Alpha (ou Street Fighter Zero, como é chamado no japão) foi lançado em 1995 para os fliperamas, quando todos esperavam uma continuação direta do Street Fighter II, a Capcom veio com essa cartada genial de mostrar as aventuras anteriores da saga dos lendários lutadores mundiais!
Como o game é uma visita ao passado, podemos ver todos os lutadores ainda muito jovens, Ken por exemplo, com os cabelos enormes e Ryu, ainda não possuindo sua faixa vermelha na cabeça, e ambos tendo obstáculos em manipular seus poderes e habilidades com perfeição, já que ainda não estão em estágio avançado de todo o seu poder, o que torna tudo muito interessante.


com uma aparência mais jovial e suave, os personagens da
série alpha se tornaram muito populares  e ainda
mais carismáticos


Muitos desfechos da trama se iniciam aqui, como por exemplo o personagem Charlie (Nash no japão) e seu compronto suicida contra M.Bison (Vega no japão) dando assim um início á futura jornada de Guile contra M.Bison, a fim de vingar o amigo morto, temos também Chun li e suas tentativas ainda falhas de desmantelar a Shadaloo, pois é a organização responsável pela morte de seu pai, temos o desfecho do confronto de Ryu e Sagat, Akuma aparecendo pela "primeira" vez, realmente mostrando ser uma grande ameaça.
Dão as caras também alguns personagens do "obscuro" primeiro game da série, sendo eles Birdie e Adon, dando a entender mesmo, que o game se passa muito antes do Street Fighter II.

adon e birdie, dois personagens
vindo diretamente do primeiro e obscuro game
da franquia


Aparecem também no game os personagens do game Final Fight (também da Capcom) cada um com sua trajetória e trama encaixados no contexto geral do enredo, explicando que após os fatos de Final Fight, os personagens pularam para o Street Fighter, já que a trama de Final Fight se passa antes das aventuras do Street, e os dois games sempre tiveram uma interligação interessante desde que ambos lançaram.

como já é de costume, quando um game da franquia
lança nos estados unidos, sofre diversas modificações,
tanto no nome de alguns personagens, como
no próprio título


O game possui um leque de dez personagens selecionáveis e três secretos, sendo os selecionáveis: Ryu, Ken, Charlie, Chun li, Birdie, Sodom, Guy, Rose, Sagat e Adon, e os secretos são: M.Bison, Akuma e Dan.
Graficamente o jogo é um desenho animado! Os gráficos em 2d são realmente lindos e empolgantes até mesmo para os dias de hoje, o designer do game ficou á cargo da mesma equipe que produziu os games também da Capcom,  X-men: Children of Atom e Darkstalkers, tendo assim aceitação imediata do público e caindo na graça de legiões de fãs mundo afora!


a diferença gráfica da nova série é gritante,
pois os designers do game deram um ar mais
modernos e bonito, dando um aspecto
similar à um anime


a jogabilidade continua brilhantemente perfeita e bem desenvolvida, os personagens agora apesar de terem seus ataques especiais, ganharam não só um (como na versão Super  II Turbo) mas sim DOIS super combos para cada lutador! (apenar Akuma tem mais de dois super combos), sendo assim a variedade de combinações de golpes e combos ficaram muito mais extensos e as batalhas mais competitivas e interessantes.


o game possui dez personagens
livres e mais três escondidos


A trilha sonora assim como todos os efeitos sonoros são impecáveis, os temas dos personagens clássicos são remixes das suas trilhas antigas, e os personagens novos ganharam empolgantes e caprichadas trilhas para acompanhar seus combates, no bom e velho estilo Capcom de qualidade!
Cada personagem tem seu desfecho final diferente, sendo assim, o inimigo final pra cada lutador varia muito, pois cada um tem sua trama, ponto positivo pro game, pois nem todos estão interessados em enfrentar o mesmo oponente final, assim como era em Street Fighter II.
O game só peca gravemente nos cenários, os poucos que existem são muito bacanas, alguns deles tirados do primeiro game, mas não entenda mal os cenários são bons, mas a falta deles é que deixou o game meio estranho, é muito personagem pra pouco cenário, sendo assim, você acaba repetindo cenários mesmo passando de um estágio pra outro, mas isso realmente não prejudica em nada a diversão do game.


o game só peca na pouca
variedade de cenários, erro concertado nas
 versões posteriores
mas de resto, o jogo
é nota 10



Street Fighter Alpha teve adaptações para Playstation e Sega Saturn no final de 95, e em 1999 para Game Boy Color, também pode ser visto na coletânia Alpha Anthology, lançado para Playstation 2 em 2006, e atualmente pode ser baixado para combates online na Psn e na Xbox Live.


a versão para gameboy color, apesar de
perder a qualidade gráfica,  tem
intacto todos os aspectos da versão
para os consoles "grandes"



CURIOSIDADES:

* As versões jovens (Alpha/Zero) de Ryu e Ken apareceram pela primeira vez em trechos nas lembranças de Ryu no filme animado Street Fighter II Animated Movie, que é sem dúvida o desenho (anime) mais foda já feito sobre Street Fighter, vale lembrar que esse filme lançou antes da série alpha, mesmo tendo passado em 1997 aqui no Brasil..


a versão Alpha de ryu e ken no longa animado,
com certeza rolou uma inspiração pelo filme,
ou foi simplesmente uma prévia subliminar
sobre o novo game da saga



* Outro anime que foi inspiração para a  série Alpha, foi o Street Fighter II Victory, série super famosa que passava nas manhãs de domingo pelo SBT, e que  hoje em dia é aclamada e apreciada pelos fãs da franquia, lá você pode ver todos os personagens mais jovens e a presença do personagem Charlie (Nash) que mesmo um pouco diferente do game, é o mesmo personagem


a série em animes é um elo com a série Alpha, pois mostra
os personagens ainda jovens no período da
adolescência e descobrindo
seus poderes


* Com o sucesso estrondoso da série Alpha, em 1996 foi lançado um mangá baseado nos dois primeiros games da  série, o mangá de duas edições foi lançado no japão alcançando muito sucesso, e no ano de 2008 foi relançado nos estados unidos pela Udon, a mesma produtora que faz os quadrinhos atuais do game. Em 1999 foi lançado o OVA Street Fighter Alpha e em 2005 teve uma "sequência" com o nome de Alpha Generations, ambos fizeram sucesso entre os fãs da saga.


os dois OVAS baseados na série Alpha dos games,
ambos tendo boa aceitação dos fãs.


* O game Street Fighter Alpha teve duas excelentes continuações lançados diretamente para os fliperamas, e também adaptados para diversos consoles da época, como Playstation, Sega Saturn, Super Nintendo e Sega Dreamcast, sendo muito bem sucedidos e assim conquistando cada vez mais fãs de todas as idades por todo o globo.


Street fighter alpha 2 e 3, são as
continuações do primeiro game,
todos tendo  novos personagens, golpes e cenários,
garantindo assim o sucesso e a diversão do
game anterior




Street Fighter é sinônimo de um bom game de luta, é o lendário e merece o título de "pai dos games de luta"
e a série Alpha foi uma revolução da franquia, com gráfico e jogabilidade renovados, enredo melhor explicado e extremamente viciante e empolgante!
Se você aprecia jogos de luta, Street Fighter Alpha é super indispensável para sua coleção, ainda mais se você for fã da franquia, mas se ainda não conhecer, é uma excelente oportunidade para conhecer essa grande lenda que é o Street Fighter, feito pra nós carinhosamente pelas mãos da Capcom!


o mangá lançado em 1996, e posteriormente
relançado nos E.U.A
em 2008



Vou ficando por aqui, espero que tenham gostado!
Deixo super recomendado esse ótimo game, tenho certeza que vocês vão adorar!
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Abraços e até a próxima!