sábado, 17 de setembro de 2016

Obscure 2 - Playstation 2

(Por Johnny Mário Kazama)




Fala galera, nessa postagem vou analisar um game que pra quem curte Resident Evil e Silent Hill vai gostar.
ObsCure II é um jogo de Survival horror, lançado em 2007 para Playstation 2, Nintendo Wii, Psp e Pc. O game é continuação direta do primeiro game lançado em 2004, alguns personagens da primeira versão retornam um pouco diferentes, além de ter novos personagens e um enredo mais macrabro do que o anterior.


o visual do game é bacana, combinado com sua jogabilidade interessante, faz o game valer a pena.





Resident Evil encontra Malhação:

Diferente da maioria dos games do gênero, os personagens da saga Obscure não são policiais, investigadores e nem soldados bombados preparados para qualquer confronto, e sim um grupo de jovens de faculdade, que estão descobrindo o melhor da vida e só querem saber de curtição, referente a isso os personagens são bem estereotipados, iguais aqueles que facilmente se vê em filmes colegiais ou em séries tipo malhação, então se tem o fortão esportista, o nerd inteligente, a gostosa loira popular e por ai vai...
Em pró disso cada personagem tem habilidades diferentes: um pode escalar lugares altos, outro destranca portas, um outro é bom em combate corpo a corpo, e dependendo de certos lugares do game, é obrigatório usar determinado personagem para prosseguir na aventura.


Shanon, Kenny, Stan, Correy, Mei, Amy, Swen e Jun, a galerinha de Obscure 2






Os personagens não são tão carismáticos como em Resident Evil por exemplo, mas são agraváveis e fáceis de se identificar com um ou dois deles em particular, isso torna o jogo mais agradável. 
Mas o melhor lado do game é sua jogabilidade inovadora para a época.
ObsCure é um dos únicos jogos survivor-horror que podem ser jogados com multi-player. E é aqui que surge uma das grandes inovações de ObsCure, o modo para dois jogadores. Duas pessoas podem encarnar os dois personagens, e descobrir os mistérios em conjunto. A aventura fica mais divertida, a interação entre os dois jogadores é bem mais real e os combates ficam então mais emocionantes.

enfrentar inimigos grandes em conjunto é muito mais fácil, além de poder trocar itens e armas com seu parceiro.





Combates divertidos
 Graças a boa variedade de armas do game, é prazeroso confrontar e destruir os inimigos, desde que esteja equipado com muita munição e várias armas, que variam de um simples taco de beisebol até uma sub metralhadora.
Como de costume em jogos do gênero, existem armas que funcionam melhor em determinado tipo de inimigo, então faça os testes com suas armas nos inimigos, aja com sabedoria e poupe munição, pois as armas brancas dão sim conta do recado, mas enfrentar um monstro duas vezes maior que seu personagem usando apenas um porrete, é uma tarefa nada fácil.


escopetas, pistolas, moto-serras bombas e etc. a variedade de armas é bacana, mas use com sabedoria.



Terror à longo prazo:
Obscure 2 é muito influenciado por games como Silent Hill, Alone in the Dark e Resident Evil, isso não é ruim, pois de uma boa inspiração se tem um bom trabalho, e apesar disso Obscure tem seu estilo bem pessoal, que varia de um terror mais bizarro e gore, o que algo mais sobrenatural, apesar de ter alguns elementos assim também no game.

os inimigos não se tem muita variedade e nem nada muito inovador, mas são todos muito bizarros e vão te proporcionar umas boas cenas de susto.


A jogabilidade é bem similar aos clássicos citados acima, o controle é totalmente 3d, existe um menu para trocar as armas e usar os itens, segurando um botão e pressionando outro se usa as armas, e a barra de saúde aparece acima da tela, podendo ver em tempo real seu estado, sendo assim mais fácil de se curar com itens de cura, que variam de um soro grotesco, remédios básicos e energéticos, simples e fácil de pegar a manha e se adaptar.
Os inimigos geralmente tão um pouco de trabalho para derrotar, principalmente os maiores, mas isso é bom, pois deixa o jogo desafiador e quebra a monotonia, os chefões costumam dar trabalho, sempre é bom estudar seus movimentos e criar estratégias usando as armas certas para se dar melhor contra eles.

o menu de armas e itens do game, bem padrão e funcional, assim como outros games do gênero.






 A história:
Para entender melhor a história do game, é recomendado jogar o primeiro game pra se ter uma melhor noção, mas caso jogue direto o segundo, não terá problemas, pois a trama é simples e fácil de entender, e por fim se torna auto explicativa.

A história de ObsCure II se passa dois anos após os acontecimentos do primeiro game. Kenny e sua irmã Shannon, que foram dois dos cinco sobreviventes dos incidentes no Colégio Leafmore, agora estão na Faculdade de Fallcreek, mas estão sofrendo consequências das experiências que sofreram de Herbert Friedman, que os contaminou. Kenny está mais agressivo e perde o controle fácil, enquanto que Shannon recebeu um poder de controlar a Aura Negra, e sua personalidade e aparência mudaram muito. Nesta faculdade, os jovens, entre eles Corey, Mei, Jun, Amy e Sven, descobriram uma nova planta que usam como droga. Só que essas plantas envolvem os experimentos de Friedman, e fazem com que Kenny se torne uma criatura bizarra. Sua irmã Shannon, desesperada, pede ajuda a Stan, outro sobrevivente de dois anos atrás, que agora virou um entregador de pizza. Agora eles, junto com os outros estudantes, terão que enfrentar novamente uma vasta quantidade de criaturas e parar a propagação da contaminação antes que ela chegue ao seu estado crítico.


 
não se apegue muito aos personagens, pois nunca se sabe o destino deles, hehehe!



Vale a pena? 
Sim sem dúvidas, pois se não valesse nem teria me dado o trabalho de fazer esse artigo, o game não é tão assustador quanto Silent Hill, nem tem uma trama tão impactante quanto Resident Evil, mas empolga principalmente jogando com um amigo ou com sua namorada.
Os gráficos são bons para um game de Playstation 2, a trilha sonora é muito boa, em muitas horas o game fica mais depressivo e tenso graças as boas músicas que embalam suas aventuras.
Os cenários são muito bem feitos, dando boa profundidade ao game e acertando em cheio na atmosfera de terror dark do game, o lado difícil e chato do game são os Puzzles, que são nada complicados e muitas vezes cansativos, principalmente o de destrancar portas, o que pode te irritar, perdendo um pouco do feeling do game, mas nada que uma boa dose de paciência não resolva.
Recomendado para que gosta de games de terror com uma pitada de ação e estratégia, e considerado como um dos melhores do gênero para Playstation 2.

 
certas parte do game, a coisa fica tão louca que se parece mais com um pesadelo infernal.




Curiosidades:
ObsCure 2 possui melhores gráficos, uma quantidade um pouco maior de personagens e maior tempo de duração do que o game anterior.
*Apesar das inovações referentes ao primeiro game da série, o jogo foi alvo de críticas de certa parte de fãs do primeiro jogo, pois nessa sequência não se pode escolher o destino dos personagens, seguindo assim uma história linear.
 * O game saiu com o nome de Obscure The Aftermatch na versão europeia e na versão para Psp.

capa da versão americana, e da versão europeia para Playstation 2.


 Bom galera vou ficando por aqui, se gostou da postagem comente e divulgue para seus amigos.
Abraços e até a próxima! 

Street Fighter Alpha 2 - Super Nintendo




                                             (Por Johhny Mário Kazama)



Street Fighter Alpha 2 é um dos maiores clássicos dos games de luta de todos os tempos, e uma das melhores versões da franquia.
Fez um estrondoso sucesso nos Fliperamas do mundo todo inclusive no Brasil, e brilhou muito nos consoles de 32 bits (Playstation e Sega Saturn) ficando sempre no top 10 de games mais jogados e alugados nas locadoras, segundo as pesquisas nas revistas de videogames da época, mediante a isso o nosso querido e amado Super Nintendo merecia um presente especial, encerrando com chave de ouro seu ciclo glorioso dos 16 bits.


Um port milagroso:
Antes de analisar o game e todo o seu conteúdo, quero voltar no tempo e relatar minha primeira experiência com o game.
Se não me engano era o ano de 1996, um tempo antes do meu irmão comprar um Playstation, eu era criança e não tinha um console só meu (não tinha necessidade e verba na época) e jogava sempre nos consoles do meu irmão, nós víamos nas revistas de games os lançamentos de games de luta e a explosão dos 32 bits. Super Nintendo e Mega Drive ainda eram fortes, mas viviam seus últimos dias de glória com seus últimos lançamentos (Vectorman 2 e Donkey Kong 3 se não me engano) como sempre fomos ultra fãs da franquia Street Fighter e já tínhamos debulhado o Alpha 1 nos Arcades, a alegria foi imensa quando meu irmão comprou de sócio ( sim, pago metade cada um, pois o cartucho era muito caro na época, assim como continua sendo) com um colega, o cartucho de Street Fighter Alpha 2 para o Snes, e ai foi emoção garantida!
Lembro também que antes de lançar a versão Alpha 2 para os 32 bits, saía nas revistas que a Capcom tinha planos para lançar um tal de Super Street Fighter Alpha para o Snes, ninguem sabe nada disso até hoje, só sabemos que toda essa historia foi descartada e O Snes ganhou seu port magnífico e milagroso, coisa que ninguém esperava acontecer, e de tão impressionante e inovador tinha gente que não acreditava que o cartucho era real, pensava que era pirata ou coisa assim. E uma coisa vos digo: o game vale cada centavo e me proporcionou muita diversão tanto quanto as clássicas versões anteriores do game!


dan sofrendo com um tiger cannon de sagat. a qualidade gráfica é incrivel, um verdadeiro 32 bits!




Tão bom quanto um 32 bits:
O game até hoje é adorado e motivo de orgulho e discussões positivas sobre o Super Nintendo, pois o game é realmente completo: todos os golpes, personagens, custom combos, cenários e músicas que se tem no Arcade e nos 32 bits também estão presentes essa versão, mostrando o quão competente e carinhosa a Capcom foi com esse port de 16 bits, usando 100% de todo o potencial que o console tinha, e que até a galera não acreditava que era possível, coisa que muitas produtoras da época não foram capazes de fazer.


assim como no playstation, o game não deve nada aos arcades e está completo para seu divertimento!




Mas como se trata de um console de 16 bits rodando um game poderoso de Arcade, ele tem suas limitações: os sprites dos personagens estão um pouco menores que o original, a qualidade sonora deu uma caída perceptível, e em certos cenários onde tem muito background em movimento o game sofre uma leve lentidão algumas vezes na jogabilidade, outra coisa é que sempre no começo da luta rola um "loading" de alguns segundos na hora do ROUND ONE FIGHT, para o console "tomar fôlego" e rodar o game numa boa.

 
ken confronta nash em seu cenário em um iate, e apesar de menos quadros de animação no background, tudo foi preservado.





 Sobre as vozes 95% delas estão lá, com uma qualidade inferior ás outras versões devido as limitações do console, e outras que falta foram "recicladas" e modificadas de outras vozes já existentes para ser reaproveitadas, assim poupava um pouco a memória do cartucho.
As finalizações dos personagens também sofreram cortes e adaptações, mas sem perder o conteúdo. Tudo foi bem adaptado devido ás limitações de memória do console.

alguns finais tinham duas ou três telas, o do akuma por exemplo mudou de duas fotos para uma e sofreu uma leve modificação nos sprites, ficando mais simples no snes, mas o conteúdo e os textos prevalecem os mesmos.



 E apesar de todas essas limitações que o game possui, nada disso interfere no desempenho e na diversão, pois essas coisas não são vistas como defeitos, afinal o Snes já foi um guerreiro de ter conseguido suportar o game, limitações e adaptações foram necessárias para ter êxito nesse port incrível.

 
ryu se prepara para derrubar o resistente zangief, que retorna de street fighter 2.




No geral o game é idêntico ás outras versões, todos os 18 personagens estão lá, com todos os seus cenários e golpes intactos, a jogabilidade continua sólida e eficiente, comandos funcionam bem e você não vai se frustrar, pois continua tendo o padrão Street Fighter de qualidade!
Só aconselho que quando for jogar, vá ao options e coloque a velocidade máxima (4 estrelas) assim a jogabilidade fica mais dinâmica e fluente. 


 
todos os 18 personagens do game, uma excelente galeria de personagens!






 Variedade e quantidade fazem a diferença:
O game no total dispões de 18 personagens que são eles: Ryu, Ken, Chunli, Nash, Dhalsin, Zangief, Gen, Adon, Birdie, Rose, Akuma, M.bison, Sakura, Dan, Guy, Sodom, Rolento e Sagat, compõe o vasto leque de guerreiros nos seus mais variados golpes especiais, supercombos e estilos de luta distintos, fazendo ser o Street Fighter com o maior numero de personagens para o Super Nintendo, não te fazendo cansar do game tão cedo, e sendo muito divertido e útil principalmente nas partidas com seus amigos.
 

a batalha do século: m.bison vs akuma, ou seria vega vs gouki?



Alpha ou Zero? 
Uma dúvida que muitos ainda tem é sobre o nome certo do game e de alguns personagens, a resposta certa é: não existe nome certo ou errado!
Quando foi lançado originalmente no Japão, o game veio com o subtítulo de ZERO, mas quando foi lançado nos Estado Unidos o game teve o subtítulo mudado de ZERO para ALPHA, o porquê disso ninguém sabe, deve ser o costume desnecessário que os norte americanos tem de modificar tudo que vem do oriente, mas por fim os dois subtítulos tem o mesmo significado: o início pois Alpha significa algo como um começo, e Zero é o primeiro número antes de todos, por fim deu na mesma, apesar de eu pessoalmente achar ZERO mais legal, mais simples e melhor de lembrar.



zero na asia e alpha na america do norte. detalhe bobo mas que gera discussão até hoje.



Quando os Arcades da série Alpha chegaram no Brasil oficialmente, eles mantiveram o subtítulo ZERO japonês, mas com os nomes dos personagens da versão americana, coisa que não aconteceu com os cartuchos e cd's, pois pra quem não sabe alguns personagens tem os nomes diferentes ou trocados na versão americana, confira:





Mas essa história é antiga, e a confusão começou desde o lançamento de Street Fighter 2 em 1991, que por questões judiciais a Capcom trocou o nome de 3 dos 4 chefes finais:

no japão, mike bison é uma paródia do lendário lutador mike tyson, a capcom americana teve medo de um possível processo e acabou trocando o nome dos personagens, e foi ai que a confusão começou.


Moral da história: realmente não existe uma versão certa e errado dos nomes dos personagens e dos subtítulos dos games, fica a seu critério qual versão de nomes te agrada mais e qual você acha que mais combina, se fosse para averiguar realmente, a do Japão seria a correta, pois o game se originou lá, mas como nós brasileiros "americanizamos" tudo, estamos mais acostumados com os nomes ocidentais, tanto que até nos filmes e animações do game dubladas aqui, seguiram os nomes americanos, mas isso é questão de gosto pois pra mim tanto faz, o game continua sendo a mesma coisa e de nada interfere os nomes!



 
o cartucho japonês e o americano: geralmente o americano se encontra mais caro do que o japonês, somente por motivos já explicados acima, mas não importa qual versão tenha, pois o jogo é o mesmo!




Mas e ai, vale a pena comprar? 
Se você é fã de games de luta no seu Super Nintendo, ou é fã da série Street Fighter com certeza vale sim! Paguei recentemente 125 reais no cartucho original japonês e afirmo que foi uma grande aquisição, e estou me divertindo como no passado e até mais, pois o fator nostalgia corre solto!
Um dos melhores games de luta de todos os tempos rodando lindamente no seu Snes. E minhas considerações finais são simples: obrigado Capcom por ter lembrado do Super Nintendo e ter feito esse port maravilhoso, mostrando que os 16 bits são incríveis, e dando a chance na época pra quem não tinha um Playstation, de jogar esse grande clássico dos games de luta!


é de total alegria que agora tenho todas as versões de street fighter lançadas para o Super Nintendo!





Vou ficando por aqui, espero que tenham gostado da matéria, não deixe de comentar e compartilhar para seus amigos.
Abraços e até a próxima!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Meus jogos favoritos de Playstation 2

( By Johnny Mário )




Fala galera!
Hoje trago uma postagem pra vocês bem diferente e especial, esqueçam termos técnicos, análises e coisas do gênero, pois nessa postagem vou falar da minha opinião e gosto pessoal íntima e nada além disso, sem querer especificar e dar muita nota em nada, apenas deixar fluir minha nostalgia pessoal.
O Playstation 2 foi um dos consoles que mais joguei, e lembro que no seu lançamento a expectativa era muito grande, pois o primeiro Playstation foi uma lenda, e realmente o Playstation 2 conseguiu até superar o que nós jogadores estávamos esperando, fazendo justiça ao console anterior e criando mais uma leva de grandes games clássicos. Me lembro até hoje quando em 2002 ganhei de presente meu tão sonhado Playstation 2, videogame que todos sonhavam em ter, e eu fui um dos primeiros da "galera" a ter um, e daí surge muita historia pra contar e muitos games que me divertiram imensamente, pois pra mim o Playstation 2 foi o console que fez as pessoas voltarem a reunir os amigos pra ficar a tarde toda competindo em algum jogo, pois o console tem excelentes títulos com suporte multiplayer bem estruturado. Então vai aí a lista dos games que mais joguei e que mais gostei desse console, lembrando que não estão numerados, ou em ordem crescente nem decrescente, apenas em ordem aleatória sem ter um ranking, diferente como faço nas postagens de Top 10. Vamos lá então:




Silent Hill 2:
Esse talvez tenha sido um dos primeiros games que me fez ter vontade de ter o console, pois sou apaixonado pela primeira versão desse game, e na época os gráficos da segunda versão eram inacreditáveis na época, eu fiquei em estado catatônico quando vi um cara testando o game numa locadora de videogame (coisa comum e popular na época) pra pouco tempo depois eu adquirir o meu Playstation 2 e esse game se tornar um dos meus favoritos até hoje.






Devil May Cry 1:
Esse foi um daqueles games de lançamento da época que era intrigante e encantador, pois era algo raro de ver na geração anterior, e logo a Capcom mostrou que o game era fantástico e virou um clássico em pouquíssimo tempo.
Devil May Cry na minha opinião foi o que Castlevania não conseguiu ser na era 128 bit, um game de ação envolvente, viciante, com personagens carismáticos e clima sombrio, tudo na medida certa. O sistema desse game serviu de inspiração para diversos outros mais tarde, um grande exemplo disso é o game God of War. Todos os games da série Devil May Cry são ótimos, mas pra mim o primeiro sempre vai ser o melhor.





GTA Vice City:
O jogo responsável por eu ter repetido de ano no colégio!
Tudo bem que a série GTA já existia no Ps1, mas eu nem dava bola, pois os gráficos e a jogabilidade não eram muito atraentes, e eu gostava mais de Driver 2.
Quando GTA ressurgiu no Playstation 2 com a terceira versão todo mundo achou incrível, mas a versão Vice City fez o mundo pirar com grandes melhoras referentes a versão anterior, seus personagens cativantes e trilha sonora IMPECÁVEL, o que faz o jogo ser ainda mais charmoso, já que se passa nos incríveis anos 80. Goste você ou não dessa franquia, GTA Vice City é um marco de evolução no mundo dos games e até hoje o meu jogo favorito da franquia.






Bmx XXX:
Calma não se assuste, não foi por causa do subtítulo do game que ele está nessa lista, e sim por diversos outros fatores.
Nunca gostei muito de games desse gênero apesar de jogar razoavelmente Tony Hawk's 2, mas Bmx me divertiu muito com seu sistema de customização de personagens, coisa que eu adoro nos games, além de ser muito engraçado, suas missões são divertidas e a jogabilidade é decente, além de ter uma trilha sonora muito empolgante, com músicas de bandas como Green Day por exemplo, e um sistema multiplayer de competição bacana, que na época em que eu jogava com os amigos era o maior atrativo do game. Jogo não muito famoso e sem nada de tão especial, mas me divertiu muito.






Max Payne:
Mais um dos primeiros games que vi pro console que me conquistou de imediato.
Max Payne até então era o jogo perfeito de tiro e ação, com bons gráficos e jogabilidade, um personagem e enredo marcantes e aquele clima retrô com uma pitada noir, bem ao estilo das histórias em quadrinhos do Frank Miller nos anos 80.
Jogaço que até hoje quando jogo, ainda me passa toda a sensação bacana de quando joguei pela primeira vez. É um game que sempre vai ser autêntico.







Street Fighter Alpha Anthology:
Ta certo que esse não foi um jogo novo, e sim uma coletânea, pois todos nós esperávamos por um super jogo incrível da série para o Playstation 2, mas já que a Capcom não foi capaz de fazer isso, então lançou algumas coleções dos seus games antigos.
Ter de uma vez só todas as melhores versões do game que eu já tinha jogado no Playstation 1, mas sendo as versões Arcade, sem loadings e com os extras já liberados foi bem legal, pois Street Fighter é meu jogo favorito e a série Alpha eu joguei até a exaustão no Ps1, então valeu a pena jogar de novo!






TimeSplitters Future Perfect:
O primeiro game da série foi bacaninha, uma boa proposta mas nada demais, o segundo eu adorei e joguei muito com meus amigos, mas o terceiro tinha tudo de bom que os dois anteriores tinham, e ainda coisas á mais!
Foram horas e muitas horas de confrontos e tiros com uma galera reunida num fim de tarde, pra ver qual equipe matava melhor e mais bonito.
Enquanto Counter Strike era febre no PC, esse game divertia a galera que gostava de trocar tiros com os amigos no Playstation 2.







Resident Evil 4:
Confesso que quando esse jogo saiu, eu torci o nariz pra ele por ele ser muito diferente dos games anteriores, mas depois de dar uma chance logo reparei que o game era sim muito bom e logo se tornou um dos meus favoritos títulos do Playstation 2. Não cheguei a jogar tanto quanto os antigos e ele nem é tão incrível quanto, mas é um dos melhores games do console e foi uma evolução para a franquia, já que a proposta do Playstation 2 era evolução, então a Capcom fez um bom trabalho com esse game, sendo hoje um dos mais famosos da série, e me proporcionou boas horas de diversão. Valeu a pena, pois diferente ou não, ainda continua sendo o bom e velho Resident Evil, e suas inovações foram bem vindas e executadas.







Mortal Kombat Armageddon:
Quando Mortal Kombat renasceu com o Deadly Allyance eu gostei e fiquei bem empolgado na época, apesar de sentir falta de muitas coisas dos games clássicos, mas como eu disse no texto acima, era uma época que queríamos ver todo e qualquer tipo de evolução nos games clássicos. A versão Deception eu joguei pouco, pois estava ocupado jogando outros games, mas passei muitas horas com o Armageddom. De alguma forma ele me trouxa uma certa nostalgia da versão Trilogy, ver aquela tela coberta de personagens pra escolher e os cenários clássicos reaparecendo foi legal, além de ter o muito interessante modo de criação de personagens, que eu me divertia muito. E apesar das críticas dos fãs mais puritanos da série sobre esse game,  me diverti bem com ele, pois qualquer coisa depois do Mortal Kombat 4 era válido. Uma pena eu praticamente ter jogado esse game sozinho, pois meus colegas não gostaram da jogabilidade, mas como eu disse o sistema de criação de personagem me distraiu bastante.






DarkWatch:
Um game com clima dark num cenário sombrio com vampiros cowboys. Tudo pra dar errado né?
Não! Esse game é fantástico!
Apesar de parecer estranho juntar todos esses artifícios, eles funcionam perfeitamente.
Os gráficos, a jogabilidade, os cenários, as armas, os inimigos e principalmente os vários poderes do seu personagem tornam esse game muito mas MUITO divertido, ainda mais com a possibilidade de escolher entre o lado bom ou ruim, as batalhas frenéticas com dezenas de inimigos e tiros na tela e sua vasta variedade de armas, tudo isso é muito legal, sem contar que dá pra fazer tudo isso jogando com um amigo no modo cooperativo.
Eu terminei esse jogo umas 5 vezes, pois ao lado de Doom esse jogo é o meu favorito no estilo de games FPS. Obrigado Capcom!






Tekken 5:
Uma das coisas que os jogadores esperavam era ver um novo Tekken no Playstation 2, e que de preferência fosse demais.
Tekken 4 falhou nessa missão, mas Tekken 5 foi tudo e mais um pouco que o anterior não foi, com gráficos lindos, novos personagens, melhora na jogabilidade e o novo sistema de customização de personagens.
Sem dúvidas Tekken 5 é um dos melhores games de luta para o console, ele foi o game que fez a galera esquecer um pouco os games de futebol e corrida e voltar a jogar o verdadeiramente competitivo, bom e velho estilo de games de luta.








Final Fight Streetwise:
Mais um game que levou duras críticas mas eu não consigo deixar de gostar.
Quando vi o anuncio desse game quase surtei, pois Final Fight fez parte da minha infância, e confesso que me decepcionei quando joguei pela primeira vez essa versão, pois é muito diferente e não era nada disso que eu esperava, mas apesar disso seria um ótimo game se não fosse um Final Fight. Então simples: esqueci que se tratava da franquia da Capcom e curti muito, pois o game é sim bem legal, basta você desencanar de Final Fight e apreciar a diversão que ele pode te proporcionar. Vale a Pena!







Dragon Ball Z Budokai 3:
O primeiro Budokai foi bacana, mas nada muito empolgante, o segundo foi legal mas foi meio bizarro a proposta, mas o terceiro conseguiu ter o que os dois primeiros não tinham.
Todos os meus personagens favoritos do anime em todas as suas versões estão nesse jogo, juntando com bons gráficos e jogabilidade, e com sistema de batalha tão entusiasmante quanto as cenas do anime, e esse jogo até então era o game de Dragon Ball perfeito, aquele game que eu sonhava em jogar na minha infância, pois sou fã de Dragon Ball (só até a saga do Cell). Esse foi o ultimo jogo baseado no anime que eu joguei pra valer, sei que depois veio a ótima série Tenkaichi Budokai, mas não joguei muito, pois já estava satisfeito com o Budokai 3 e encerrei por ai.







Bully:
Acho que esse foi um dos últimos games de Playstation 2 que joguei e entrei de cabeça mesmo, curtindo minunciosamente o jogo do começo ao fim, explorando tudo que ele tem a oferecer.
Bully nada mas é do que um GTA nos tempos de escola, um dos melhores games para o console e me proporcionou MUITA diversão, pois é um jogo envolvente e longo, e quanto mais se jogo mais se quer continuar. Uma pena esse jogo não ter tido uma continuação, mas mesmo assim seu fator replay é alto, tendo uma vida útil eterna, e agradando pra que gosta de games do gênero. Sem dúvidas é um dos meus games favoritos para Playstation 2, além de quando joguei esse jogo foi uma sensação esquisita e nostálgica dos meus tempos de colégio. Já se tornou um clássico. Sem mais.







Soul Calibur 3:
Confesso que apesar de considerar um bom game de luta, nunca fui muito fã dessa franquia, desde seu lançamento eu apesar de ter jogado muito a primeira versão, sempre gostei mais de Toshinden na época.
Mas não é nem pelo jogo comum em si que ele está nessa lista, e sim pelo modo extra que contêm nele chamado Chronicles of the Sword, uma espécie de RPG, onde você pode criar seus personagens, mudando nome, armas, gênero, armas e estilo de luta. O esquema do jogo é bem simples, onde se movimenta seu grupo de guerreiros para derrubar as bases dos inimigos, bem parecido com o game de PC Age of Empire, que eu gostei muito também, mas quando se encontra um  inimigo frente a frente, ai os combates voltam a ser como um game de luta comum. Proposta bem interessante e inteligente, e até eu que não morro de amores por games de RPG gostei muito, e somente por isso esse game está na minha lista, pois foram muitas horas de diversão, jogando um RPG dentro de um game de luta. show!






Guitar Hero 2:
Se você já teve contato com um Playstation 2 é impossível você não ter jogado uma versão desse game!
O primeiro Guitar Hero foi legal, mas o segundo me empolgou mais porque tinha musicas muito mais legais!
E aquele velho sonho de ser um rockstar e tocar em uma banda famosa pode ser realidade nesse jogo!
Simular uma guitarra numa banda virtual tocando as músicas das minhas bandas favoritas é realmente uma experiência incrível.
Também cheguei a jogar muito a terceira versão, mas não tanto quanto a segunda, pois quanto mais o game virava "modinha" pra galera, mais eu me desinteressava e voltada a jogar meus games de luta e survivor horror. Mas enfim, Guitar Hero já é um super clássico do Playstation 2, que eu tive o prazer de jogar e me realizar muito na vibe desse game. Se você gosta de rock esse jogo é obrigatório.






Red Dead Revolver:
Esse foi mais um daqueles games em que dedicava semanas para terminar e apreciar ao máximo tudo que ele tem.
Pra mim esse game era como se fosse uma mistura de Sunset Riders com GTA.
Uma boa história, ótima jogabilidade, personagens bacanas e um mundo semi aberto para explorar e grandes opções dentro dele.
Apesar de ser bem difícil nas ultimas fases vale muito a pena, e pra mim um dos melhores jogos de tiro/ação do Playstation 2.
Esse jogo me fez gostar mais do tema western de cowboys, coisa que eu nunca fui muito fã, além de lembrar bem os bons filmes clássicos do Clint Eastwood.







The Sims 2:
Sim você não está louco e nem leu errado: eu coloque mesmo The Sims na lista, mas calma vou explicar o porque!
Quando eu tinha 10 anos a menos de idade, todo jogo inovador e curioso que aparecia me despertava o interesse, ainda mais eu que praticamente só jogava games de luta e ação, quando vi a primeira versão desse game para Playstation 2 eu joguei muito, mas quando surgiu a segunda ela veio com tudo que faltava na primeira, além dos gráficos estarem muito melhores, não se controlava mais uma setinha, e sim o personagem literalmente, além de ter um modo multiplayer para jogar com um amigo!
Tá, chega, hoje em dia eu não consigo jogar mais que uma hora desse jogo, pois hoje percebo que a vida do personagem na tela as vezes não é muito diferente da minha, então não faz sentido, mas quando se tem 15 anos, toda experiencia em um game que seja mais próximo a vida real parece ser algo interessante.
Por isso acho que essa postagem deveria se chamar OS GAMES QUE MAIS JOGUEI  e não os favoritos, mas enfim, vocês entenderam o sentido de tudo isso né?





Espero que tenham gostado da postagem, de achoou bizarro ou se algum desses títulos também faz parte dos seus favoritos, comente!
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Abraços e até breve!











quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Games cancelados para Playstation 1

( Por Mario Kazama )





E ai galera!
Hoje trago uma postagem super especial, pois se trata de algo relacionado a um dos meus consoles favoritos, o Playstation 1.
Todos sabem que na história dos games e de cada console, muitos jogos são planejados e estruturados, mas nem sempre são lançados, as vezes por falta de verbas, por incompatibilidade adequada de software, ou mesmo por falta de tempo para o game ser adaptado e lançado no mercado.
Nessa postagem eu listei os casos mais destacados e os games mais legais que quase foram lançados para o nosso querido Playstation, vamos lá:






uma das muito raras
fotos do game, mostra
algo que seria uma das cut scenes
do game
Marvel 2099: One Nation Under Doom:
Esse game foi anunciado em 1996 e seria lançado no mesmo ano.
O game seria baseado no universo futurístico 2099 da Marvel, onde conta com versões de personagens clássicos em um futuro alternativo.
O game ainda chegou a ser divulgado como prévia na Comicon do mesmo ano, mas infelizmente o jogo foi teve seu desenvolvimento abortado devido a falta de verbas para continuar com o projeto.
Sem sombra de dúvidas esse game seria um dos mais incríveis já baseados em personagens de quadrinhos, pena que não teve orçamento adequado pra uma ótima ideia poder existir.










o visual e o aspecto
do game lembra um pouco
Tomb Raider
Indiana Jones and the Machine Infernal:
O primeiro game em 3D baseado em Indiana Jones iria ser lançado para Playstation em 1999.
Mas foi apenas lançado para Nintendo 64, Gameboy Color e PC.
O game recebeu boas críticas tanto na jogabilidade quanto nos gráficos e enredo.
A história do game se passa entre as tramas dos filmes A Fênix de ferro e O reino da caveira de cristal, o que deixou o game muito criativo e interessante.
Uma pena mesmo não ter saído para Playstation e até hoje ficou mal explicado o porque, a maioria sugere que provavelmente foi por falta de tempo para adaptar o game aos padrões do console.










Inspirada no episódio 1 do filme,
o game segue uma jogabilidade
parecida com o clássico
F-Zero






Star Wars Episode I: Racer
Mais um game que seria lançado para Playstation em 1999 e sem explicação sólida não saiu do projeto.
O game foi lançado para PC, Dreamcast, Nintendo 64 e Gameboy Color, e por ser lançado para maioria dos consoles da época chegou a ser estranho o Playstation não ter sua versão, pois esse games de corrida mais vendidos da época e realmente é um ótimo game, principalmente para os fãs de Star Wars.






uma das poucas cenas
liberadas da versão
playstation




Superman:
Como já dá pra perceber, a maioria dos games cancelados de Playstation são de 1999.
Superman não é diferente, e foi lançado somente para Nintendo 64 por problemas de direitos autorais com a Titus, uma das empresas que ia ser responsável pelo lançamento do game para Playstation.
Superman 64 é considerado um dos piores games já lançados, mas isso não é culpa da produtora, e sim da própria DC Comics e da Warner, que colocaram muitas restrições e censuras no desenvolvimento do jogo, tornando ele horrível e mal desenvolvido.








Kiss: Psycho Circus: The Nightmare Child:
Game baseado no album da banda Kiss e também nos quadrinhos lançados por Todd Mcfarlane.
Com o retorno da formação original do Kiss gravando um novo disco, muitos produtos foram lançados incluindo esse ótimo game no estilo FPS, que foi lançado para PC em 2000 e em 2001 para o Dreamcast. Existiam planos para ser lançado para o Playstation e Gameboy Color, mas sem tempo para desenvolver para essas plataformas o projeto foi arquivado.
Sem dúvidas esse é um bom game principalmente para os fãs do Kiss, e eu lembro como foi a espera e a decepção desse game não ter saído para o Playstation, pois na época um dos meus motivos de adquirir um Dreamcast, foi pra jogar o game da minha banda favorita. Se o game tivesse lançado para Playstation teria alcançado um status maior arrecadando mais vendas e sendo mais popular. Realmente uma pena...









X-Men: Mutant Wars:
Esse  prometia ser um game muito bom!
Com data pra estrear em 2000 como parte de marketing do lançamento do primeiro filme dos heróis, ele seguia os gráficos e designer do game Mutant Academy, mas com uma jogabilidade Beat em' 'Up, no estilo Fighting Force e Final Fight.
O game era promissor e tinha tudo pra entrar na lista de clássicos bem lembrados por fãs do console com carinho, pois a promessa do game era ser como o clássico game dos X-Men lançado nos Arcades em 1992. Por motivos até hoje sem muitas explicações, a versão para Playstation foi cancelada, lançando somente uma versão para Gameboy Color, que apesar de ser bom não cobriu a vontade dos jogadores de curtir um game desse calibre no Playstation.
Realmente um desperdício de ideia e quem saiu perdendo somos nós.








Onimusha: Warlords:
Game da Capcom que estava com grande parte do game já desenvolvida em 1999 com data pra estrear em 2000. A ideia era um game de ação baseado nos eventos do Japão medieval, com uma jogabilidade com traços de Resident Evil.
O desenvolvimento do game estava indo bem e os jogadores já esperavam ansiosos, mas a Capcom adiou o lançamento para lançar o mais novo console da Sony que iria chegar.
Então Onimusha teve que esperar mais um pouco pra nascer no Playstation 2 que por sinal foi muito bem recebido e fez muito sucesso, sendo um dos grandes hits feitos pela Capcom para os consoles da Sony.







Robocop:
O policial cibernético quase deu as caras no 32 bits da Sony.
A empresa responsável pelo seu desenvolvimento era a não tão conhecida Real Time, que pelo demo disponível inclusive no Youtube, podemos ver que estava ficando bem legal, respeitando todos os limites do console.
Sem nenhuma explicação até hoje o game foi cancelado e seu desenvolvimento arquivado e jogado de lado.
Robocop teve vários games nos 8 e 16 bits, e seria muito legal ver um game poligonal desse que é um dos personagens mais queridos do mundo do cinema. Se o desenvolvimento final ficasse bom e bem feito o game seria um máximo, pena que não rolou e Robocop só apareceu nos games anos depois no Playstation 2, em um game mediano de tiro em primeira pessoa.









Prince of Persia 3D:
O primeiro game em 3d da franquia foi lançado em 1999 para PC, e ele foi o terceiro e ultimo jogo da franquia original antes de seu reboot para Playstation 2 e etc.
Uma versão para Playstation foi prometida para o ano seguinte, mas foi cancelada e os motivos são só rumores mas são vários, alguns deles são cortes de verba da adaptação para Playstation, problemas com direitos autorais ou somente só falta de tempo para o prazo do lançamento do game, ao invés disso o game foi lançado em 2000 para o Dreamcast com o subtitulo de Arabian Nights, teve os bugs da versão Pc corrigidos e foi bem recebido pelo público.








Hercules: The Legendary Journeys:
O game baseado na ótima e popular série que passou no brasil nos anos 90 pela Record ganhou seu game em 2000 para Nintendo 64.
Existia planos para lançar para o console da Sony também, mas nunca saiu imagens nem mais informações sobre o projeto, o jogo foi simplesmente cancelado sem mais informações e explicações.
O jogo é um daqueles adventures medianos que vivam aparecendo aos montes na época, e não tem nada muito extraordinário nele, seria sim um titulo bacaninha á mais para o Playstation, mas se você não for um grande fã da série e do personagem, então não tem muito que se lamentar.




é isso ai pessoal, espero que tenham gostado dessa postagem bem duriosa e informativa, e se gostou divulgue nas suas redes sociais e não deixe de ver e se inscrever também no nosso canal no Youtube e curtir a nossapágina no Facebook.
Abraços a todos e vida longa ao Playstation 1, esse que será eterno!
Até a próxima!