quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Survival Arts: um dos piores games de luta do mundo!

( Por Mário Kazama )




Fala galera, dessa vez eu trago pra vocês uma postagem contraditória, ao invés de falar sobre um jogo legal, vou fazer de um dos piores games e mais bizarro que eu já joguei!
Survival Arts acredite se quiser, é da produtora Sammy, conhecida pelo seu ótimo game de luta Guilty Gears, pois é acho que nessa época a empresa ainda não tinha aprendido como se faz um bom game.
O jogo foi lançado somente para Arcades (ainda bem) em 1993 e tinha planos para sair uma versão para Mega Drive, obviamente não saiu pelo fracasso arrasador do jogo.
É sério, depois que joguei esse jogo, fiquei até meio deprimido e com gastrite cerebral, de tão bizarro e incompreensível que é essa droga!


não se engane pelo visual que aparenta
ser bacana, tudo nesse jogo não funciona


O jogo foi inspirado nos gráficos e violência de Mortal Kombat e na jogabilidade de Street Fighter, ah então nada poderia dar errado certo? Não! dá TUDO errado nesse jogo!!!
A jogabilidade é sofrível e confusa, é muito difícil se acostumar com comandos embaraçados e desengonçados, praticamente TODOS os golpes especiais de todos os personagens são ativados com o mesmo comando (o mesmo comando do Hadouken), os personagens são bizarros, mal feitos e mal desenvolvidos, totalmente sem carisma, pois é impossível de olhar os oito lutadores do game e simpatizar com algum.
Sem contar que o jogo é difícil pra caramba, a ponto de ser irritante, pois todo e qualquer movimento que se faça, o inimigo faz melhor, tem horas que um golpe suga pouco, mas as vezes o mesmo golpes come metade do seu life, e certos golpes podem te matar numa tacada só, como por exemplo as bombas atômicas do Mongo.

as oito bizarrices digitalizadas que você é
obrigado a se deparar.


Os gráficos são relaxados e muito exagerados, parece que tudo foi mal acabado e feito nas pressas. os personagens são grandes, que dá a impressão de que quiseram impressionar os jogadores com esse quesito, mas isso só deixa o game mais desagradável.
Os cenários são confusos e cheios de itens sem sentido nenhum na tela, por exemplo no cenário do Hiryu, o cara é um ninja mas tem a parede toda coberta por dezenas de armas de fogo de todo o tipo! O cara é NINJA, então porque uma coleção de armas na parede da sua casa????
As músicas do game tentaram dar um clima dark pro game, mais invés disso dá uma vibe de filme de terror C, e pode causar ataques cerebrais para as mentes mais fracas que não suportam tamanha escrotice.
Mas o que me incomodou mais foram os personagens muito, mas MUITO mal feitos, dá pra notar que os uniformes deles são fortemente artificiais e feitos do mesmo material pela mesma fábrica. Parece uniformes de operários ou de lixeiros feito de lona colorida, nenhum detalhe, nenhum estilo e nem charme como vemos em vários games de luta, tudo nesse jogo foi feito sem sentimento e vontade.
Sem falar que a violência no jogo é tão forçada e sem fundamentos que ficou algo meio grotesco, e só piora a imagem negativa do jogo.


a violência gratuita do game ficou forçada
e sem sentido



Até a história do game é uma piada ruim de doer, saca só:
Survival Arts é um "poderoso e lendário" estilo de combate ensinado por um mestre lendário.
Oito guerreiros se espalhando por vários países aprenderam algumas das habilidades mais importantes da Survival Arts, enquanto eles continuam a aprender mais sobre eles. Cada um se classificou para o torneio para ver qual sobrevivente vai ganhar e obter todos os segredos das artes.

QUAL É O SENTIDO DISSO? ONDE UM SOLDADO, UM MERCENÁRIO, UMA NINJA, UM ET E SEI LÁ MAIS O QUE SÃO PUPILOS DE UM MESMO CARA, SENDO QUE VIVEM EM REALIDADES RADICALMENTE OPOSTAS E TEM ESTILOS DE LUTA EXTREMAMENTE DIFERENTES!?!?!?!

cenário do personagem mongo
( esse nome serviu perfeitamente pra ele)
onde parece ser uma guerra mundial


Bom, como eu já citei lá em cima, a coisa mais grotesca são os personagens, então vamos falar mais deles:


Os sofredores (ops, personagens):




Viper
O protagonista do jogo. Um rico artista marcial que entra no torneio para ganhar dinheiro suficiente para construir o seu próprio dojo (se ele já é rico, pra que precisa de grana pra montar a droga do dojo?)
Ou seja: uma versão de Johnny Cage centenas de anos-luz piorada e muito mau vestido, que usa o kimono do Goku, só que verde e feito de lona.
Golpes: 
Cópia do projétil da Sonya Blade;
Tatsumaki semppu kyaku com derrame cerebral e deficiência física;

Cotovelada plágio do Andy Bogard.








Gunner 
Um ex-policial que notou que Dantel não é um ser humano. Entra no torneio para derrotar e revelar o segredo de Dantel. Gunner é um pseudo mercenário, mas tem aparência e roupas de funkeiro que tá fazendo um trampo de servente de pedreiro.
Golpe: 
Hadouken de fogo que sai de uma pistola (eu só descobri esse)









Mongo 
Um ex-soldado militar que sabe lutar de forma escrota (o cara dá rasteiras com a coronha da arma) é um maníaco que só pensa em guerra e conflito, e de longe o personagem mais escroto, nojento e grotesco que eu já vi em um game!
Golpes:
Tiro de fogo;
Tiro de raio;
Tiro de milho de pipoca;
Rolante aéreo seguido de cagar bombas atômicas;
Uma piscada na tela que serve pra te cegar enquanto o inimigo te espanca.






Tashia 
Um membro do grupo de ninja "Cobra Faction", ela entra no torneio Survival Arts para aprender a lutar contra uma facção rival, "Os Tigres" ( criatividade passou lá longe). Apesar das suas roupas bregas que a deixam nenhum pouco sexy, ela é até bonitinha.
Golpes:
Espadada sem vontade;
Giradinha tosca de balé aérea com a espada








Kane 
Um extraterrestre que quer sair fora desse mundo, pois está de saco cheio de sofrer na mão dos humanos. Ele nada mais é do que um
Goro Daimon cinza e cem vezes piorado, e pasmem: o cara tem dois filhos e luta pra sair desse planeta em nome deles!!!!
Golpes:
Soco do mal;
Sumo headbutt do E.Honda;
Movimento sem sentido com o corpo






Santana 
Um lutador de lucha libre que decide entrar no torneio Survival Arts para tornar-se mais forte, embora ele sente que ele já chegou no seu limite (WTF?). Personagem estereotipado até o talo, além de ter o pior nome já criado para um personagem de game. 
Golpes:
Soco arriba arriba;
Mucha fuerça em tolos os golpes;
Movimento que parece ser um golpe forte forçado





Hiryu
Igual a Tashia, Hiryu faz parte do grupo "Cobra Faction" e tenta aprender a lutar contra os seus rivais, "Os Tigres", por entrar no torneio Survival Arts. Ele nada mais é que um moleque asiático vestido fantasias toscas de ninja, e ainda tem coragem de ter o mesmo codenome
do nosso querido e lendário Strider Hiryu, personagem da Capcom.
Golpes:
Shuriken em camera lenta;
Shuriken em velocidade 5;
Voadora do Liu Kang na diagonal





Hanna 
A guerreira do deserto, cuja família foi assassinada por um mensageiro. Ela decide entrar no torneio pra matar o cara que fez isso. estranhamente o uniforme dela se parece com uma versão piorada dos uniformes dos power rangers.
Golpes:
Tiger Robocop do Sagat;
Uma tentativa fail de ser uma super voadora.








Dantel  (não selecionável)
O antagonista do jogo e fundador do torneio. A fim de tornar-se imortal, ele deve comer a carne dos seres humanos fortes. Em vez de escolher um sucessor, ele fez seus seguidores lutar uns contra os outros. Se ele quer comer os caras mais fortes entrou no jogo errado, devia ter ido lá no Street Fighter ou no King of fighters! O cara é o pior vilão que um game pode ter, e parece mais um traveco de 25 de março. Os criadores tentaram fazer os jogadores terem medo desse terrivel vilão,
mas o máximo que você vai fazer é rir dele, pois quando o cara morre, várias cabeças de Hitler flutuantes saem do corpo dele!
Golpes:
Bafo de laser;
Unhas do Zé do Caixão;
Te matar com apenas 2 golpes




Bom é isso ai pessoal, o jogo em si é um lixo desastroso, nada funciona, tudo é frustrante' e parece até que o game foi feito dessa forma ridícula de propósito, ou então se não foi os criadores devem ter sérios problemas mentais, e tiveram pressa e baixíssimo orçamento pra tentar fazer dessa porcaria um clássico.
Eu só me pergunto uma coisa: Será que com essas idéias escrotas e absurdas, os criadores do game realmente pensaram que iam fazer um sucesso do naipe de Street Fighter e Mortal Kombat?
Ah, faça-me o favor né!!!






Espero que tenham gostado da postagem, e se quiserem conferir essa porcaria só pra passar raiva e dar risada, emule ele em algum M.A.M.E facilmente encontrado na net afora.
Abraços pessoal e até a próxima!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

The Evil Within: O retorno do verdadeiro Survivor Horror


( Por Mário Kazama )




The Evil Within (conhecido como PsichoBreak no Japão) lançado em 14/10/2014, é um game de survivor horror, desenvolvido pela Tango Gameworks e lançado pela Bethesda Softworks para PlayStation3 , PlayStation 4 , Xbox 360 e Xbox One e Pc, tendo como criador o renomado desenvolvedor de games e também responsável por várias franquias de sucesso como Resident Evil:  Shinji Mikami.


Os Personagens do game:
O personagem principal de The Evil Within, que o jogador controla, é o detetive da veterano polícia Sebastian Castellanos. Ele é auxiliado por seus colegas Julie Kidman e Joseph Oda, que no decorrer do game, se deparam e confrontam com a aparição maligna chamada Ruvik.


o protagonista Sebastian, e seus amigos julie e Jopseph, e o maligno Ruvik.




A Trama do game:
Quando o detective Sebastian e o seus parceiros chegam em um local onde ocorreu um horrível assassinato em massa, uma força poderosa e misteriosa estava a espera deles. Testemunhando as mortes dos seus colegas policias, uns após outros, Sebastian é atacado e perde a consciência. Ao acordar numa terra onde os monstros vagam, ele tem que lutar no seu caminho através de um mundo de morte e loucura, para entender o que está acontecendo. Sebastian tem que enfrentar os seus medos, para sobreviver numa jornada para descobrir as origens sombrias daquela força misteriosa.


Sebastian terá que se infiltrar e entender
a origem de todo esse mal



O Gameplay:
O game tem uma perspectiva de terceira pessoa, no qual se deve lutar e raciocinar bem usando e estocando os suprimentos  que aparecem como auxílio no game, bem como já conhecemos em Resident Evil por exemplo. 
Nem sempre é útil lutar contra os inimigos, sendo as vezes mais eficiente correr e usar o cenário para
se livrar deles, principalmente quando se está sem munição ou com armas fracas.
Dependendo das escolhas que se faz no decorrer do jogo, os caminhos e tramas podem ter alterações e desfechos diferentes, então dá pra entender que esse game possui diversos finais alternativos.
Outra coisa interessante é que existe a opção de aumentar as capacidades do personagem usando um item de líquido verde, e alguns items usados no game causam efeitos alucinógenos por um tempo, tendo que ter cautela em usar alguns deles em certas partes perigosas do jogo.

as armas de fogo apesar de terem munição escassa
são ainda as melhores opções contra os inimigos



O arsenal de armas:
O jogador tem acesso a várias armas, como um revólver, espingarda, faca, granadas, e Agony Crossbow, uma arma que dispara projéteis de parafusos capazes de congelar, cegar,eletrocutar, ou explodir os inimigos. A munição é escassa para a maioria das armas, mas existem componentes mecânicos que quando coletados em grande quantidade servem para criar munição extra, principalmente para a Agony Crossbow.
A maioria das armas corpo a corpo só servem mais para distanciar ou derrubar por um tempo os inimigos, mas o jogador pode matar o inimigo instantaneamente atravessando por exemplo uma faca no pescoço do inimigo pegando ele por trás.
Os inimigos devem ser incendiada para serem mortos permanentemente e alguns itens no cenário podem ser jogados para distrair os adversários.


use com sabedoria seu arsenal
e a munição de suas armas



O Desenvolvimento do game:
The Evil Within começou a ser desenvolvido no final de 2010 sob o codinome "Project Zwei". O criador de Resident Evil Shinji Mikami atuou como diretor do jogo, com o desenvolvimento no seu estúdio Tango Gameworks.O estúdio foi comprado pela produtora de games Bethesda Softworks em 2010, logo após o inicio do desenvolvimento do game.Mikami disse que queria fazer um jogo de survival horror como ele acreditava que jogos de terror deveriam ser: mais terror e sobrevivência e menos ação. O jogo foi anunciado oficialmente em abril de 2013. Mikami achava que os games atuais desse gênero estavam muito previsíveis e batidos, ignorando cada vez mais a essência dos games de terror, a ideia de The Evil Within é deixar o jogador com sentimento de impotência e medo, assim como era no primeiro Resident Evil, limitando munição, e apresentando inimigos quase invencíveis que derrotar, correndo e se escondendo mais do que entrar em combate.O Diretor de Arte Naoki Katakai disse que o conceito de design de inimigos, como os envolto em arame farpado ou cheio de cacos de vidro, é que eles são as vítimas que sofrem sob um mal maior. O cenário de asilo do game foi inspirado na Winchester Mystery House , uma mansão californiana famosa por suas curiosidades arquitetônicas. 


Shinji Mikami. responsável pela série clássica
do Resident Evil e pelo retorno do gênero em The Evil Within




Como um todo, The Evil Within é um grande retorno ao gênero que consagrou a franquia clássica dos survivor horrors como eles realmente devem ser, muitas coisas podem ser vistas e comparadas positivamente á outros clássicos como Silent Hill, Evil Dead, Alone in The Dark e até do próprio Resident Evil, onde tem uma cena de uma criatura devorando um homem, e a cabeça do cadáver rola no chão e a criatura ainda de costas vira o rosto e olha pra você, obviamente uma homenagem da cena clássica do primeiro Resident Evil, onde um zumbi devora o corpo de um agente da S.T.A.R.S e a cena acontece da mesma forma.
O game está incrível, tendo uma pegada mista entre Resident Evil 4 e Silent Hill, a crítica do game até agora são todas positivas, inclusive, a mídia crítica americana já cita o game como uma continuação que Resident Evil deveria ter sido.
Os gráficos estão muito bonitos e satisfatórios, principalmente dos ambientes e cenários sombrios, dando aquele clima tenso de que a qualquer momento você pode ser pego de surpresa e se dar muito mal.

Se você curte games de terror, esse é obrigatório pra você, e pode confiar, pois se trata de um game criado pelas mãos do cara que criou o Resident Evil original, um game feito pra se ter medo e pânico enquanto se joga, como se deve ser um verdadeiro game de terror!


Espero que tenham gostado da postagem, e em breve um super gameplay do game dando mais detalhes do contexto geral.
Abraços e até a próxima!



10 Fatos sobre os games Beat 'em Up

( Por Mário Kazama )




Fala aí pessoal!
Hoje eu trago pra vocês no Top 10 uma série de coisas bem interessantes e comuns nesse gênero de game.
Pra quem não sabe, Beat n' Up ( também chamado de hack/slash ) é o gênero de game de luta que em vez de ser versus um contra o outro, você escolhe um personagem e sai na rua batendo numa legião de inimigos, quase sempre com suporte para dois ou mais jogadores. Muito popular nos fliperamas no final dos anos 80 e até a metade dos anos 90 e também nos consoles dessa época, esse gênero era chamado de "briga de rua" quando éramos moleques. Quem viveu a geração anos 80 e 90 vai sacar do que eu to falando!
Bom, vamos lá com a lista de fatos que acontece em praticamente todos os games desse gênero:




1- Chefões apelativos só servem para comer suas fichas ( ou vidas )
Você está indo super bem na fase, perdendo pouca energia e dando um show nos inimigos rasos, até aparecer um chefão desgraçado e difícil pra caramba, fazendo você se apavorar gastando muitos dos seus preciosos continues para derrotar o safado e assim prosseguir com o jogo, sabendo que na próxima fase vai aparecer outro, talvez ainda mais difícil, hehehe.







2- Armas são excelentes contra tudo e todos, mas não duram nem 1 minuto na sua mão:
Nada melhor do que armas pra te ajudar a varrer as dezenas de inimigos da tela, sejam elas armas branca ou de fogo, o duro é que se você não perde elas por acabar a munição ou o tempo de gasto da arma ser curto, quando está tudo indo bem um simples inimigo o mais tosco e fraco possível te dá uma voadora e a arma cai no chão e some! Não tem coisa mais frustrante do que isso!






3- Os golpes especiais são fulminantes, mas se paga um preço por isso:
Os golpes especiais quase sempre acionados com dois botões simultâneos são ótimos para arrebentar tudo na tela e serve para qualquer tipo de inimigo gastando muita vida deles, MAS a maioria das vezes se paga o preço do mesmo sugar um pouco da sua vida, então apesar de ser eficiente se torna uma faca de dois gumes, você derruba todo mundo e ganha dano também, mas isso seve para não ficarmos só na apelação dos golpes especiais no jogo todo, assim perderia a graça e diminuiria a dificuldade do jogo.







4- Jogar com um amigo é mais legal!
Ta certo que jogar sozinho é até bacana, mas se torna meio monótono e solitário sem ter um parceiro para te ajudar nas piores horas das batalhas e conversar fazendo estratégias para matar esse ou aquele chefão difícil, tudo isso torna a jogatina mais divertida e emocionante, mas só tem um problema nesse quesito...








5- Quando seu amigo acha mais divertido bater em você:
Não tem coisa mais irritante do que seu parceiro bater nos inimigos e bater em você também, ou ele parar de atacar todo mundo e dedicar esse esforço em te arrebentar! Acertar você algumas vezes no decorrer do jogo tudo bem, mas se dedicar em virar seu inimigo em um jogo cooperativo é bastante irritante!








6- Enredo manjado:
O sentido de um game acontecer é a história, e para esse tipo de game é quase sempre a mesma coisa: você tem que salvar alguém, ou uma cidade ou derrotar aquele vilão muito mal, nada de muito mirabolante rola nas tramas dos beat n' up, não que isso incomode, mas se torna muito comum e vagamente batido. Mas quem liga pra isso? Queremos mesmo é arrebentar vagabundos e bandidos cidade afora como se não houvesse o amanhã!





7- Nunca tem life pra todo mundo:
Isso é sempre um drama jogando em dois ou mais, pois sempre após enfrentar um exército de inimigos sua vida ás vezes fica no talo e de seu parceiro também, eis que surge um item de recuperação de vida e um só pode usar enquanto o outro fica chupando o dendo e tenta não morrer enquanto não aparece outro item pra ele se curar também. Se não tiver um bom trabalho em equipe compreensivo, isso ás vezes pode sair em briga e talvez até gerar o fato número 5 citado nessa lista.






8- Elenco manjado
Na maioria dos games do gênero, o leque de personagens selecionáveis tem quase o mesmo estilo. Tem sempre o protagonista com pinta de herói, uma gostosa com roupas curtas, um grandalhão forte e lerdo, e um ninja ou androide com estilo sombrio e misterioso.
Apesar de ser bem manjado, esse estilo de personagens apesar de ser simples e estereotipado, funcionou perfeitamente e funciona até hoje nos games da atualidade, pois é uma forma de criar personagens que vários tipos de jogadores diferentes consigam se identificar com um deles.





9- Os inimigos femininos são os mais irritantes:
Isso é SEMPRE bem comum em todos os jogos desse tipo, e quem é macaco velho nesses games quando vê uma garota sexy se aproximando já sabe que vai passar um pouco de raiva pra acabar com elas, sim elas pois elas sempre vem em falanges, e sempre os aras de fogo, de choque, espadas e voando, saltando, pulando e te fazendo de tonto até você pegar o jeito mais fácil e rápido de derrotar elas.






10- O ultimo chefão vai te fazer pagar todos os seus pecados!
Sim, chefão era o termo que a gente usava para chamar os inimigos mais fortes que apareciam, inclusive o ultimo, que é sempre o mais forte, o maior, o mais resistente e o maior apelão maldito do jogo inteiro!
Prepare-se pra gastar todos os seus continues e usar todas as formas possíveis para derrotar esses caras, pois de dez porras que você acerta nele, ele te dá o dano em dobro com uma só! E se antes de terminar todas as suas vidas você conseguir derrotar ele, parabéns, pois dá pra se sentir um verdadeiro herói depois de vencer tamanha apelatividade e suar e se desesperar feito um louco chegando no final do jogo e tendo medo do game over e ter que começar de novo!





É isso ai galera, essa foi mais uma postagem nostálgica pra gente lembrar dos velhos tempos dos games clássicos. Quem quando era criança nunca brigou com um colega porque você queria escolher um personagem e ele também né?
Espero que tenham gostado e se divertido, abraços e até a próxima!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Top 10: Games que merecem remakes!

( Por Mário Kazama )





Fala galera!
Hoje eu volto a trazer pra vocês as postagens do formato top 10, que é aquele esquema dinâmico e informativo que todo mundo gosta e já é bem conhecido.
Todo mundo tem aquele jogo clássico que gosta muito e sonha em ver ele reformulado na geração atual não é? Pois bem, tive a difícil missão de separar apenas dez dos grandes clássicos que merecidamente deveriam reaparecer em remakes, vamos lá então!


10 - Final Fight:
Todos sabem que o gênero beat' up praticamente nasceu com o Double Dragon, mas foi com Final Fight que ele se aprofundou e viro uma febre nos anos 90, onde o pessoal gastava fortunas em fichas de Arcade e rezada pra sair alguma adaptação para os consoles caseiros, temos que assim como seu "irmão" Street Fighter, Final Fight foi um dos games com a fórmula mais copiada e utilizada em sua época, e seria muito bacana ver Guy, Cody e Haggar espancar punks e salvar a bela Jéssica nos consoles atuais, daria até pra dar uma aprofundada mais dramática na história do game, que apesar de ser clichê ainda é um bom argumento para um game acontecer.






9 - Darkstalkers:
Depois do estrondoso sucesso de Street Fighter, a Capcom tem liberdade criativa para criar mais uma franquia de luta, e o resultado satisfatório foi imediato! Darkstalkers agradou muito aos fãs do gênero e até hoje se encontra no leque dos melhores games de luta da história. Pena que após duas continuações o game foi jogado no limbo, e seria muito legal se a Capcom ressuscitasse mais esse clássico, assim como fez com Street Fighter, seria um sonho de muitos ver a Morrigan renderizada com os gráficos da geração atual... Só por favor Capcom, não façam uma Morrigan musculosa e deformada como fizeram com a Chun Li no Street 4 ok!
Esperamos por mais de uma década pela volta desse fantástico game de luta, criativo e bem original que fez a diversão da galera nos Arcades na metade da década de 90, e que deixa saudades até hoje.






8 -  Rock n' Roll Racing:
O game de corrida mais mais alternativo e alucinado dos 16 bits com certeza ainda prevalece como uma boa e viciante lembrança do passado.
Esse game de corrida simples e empolgante virou febre nacional em sua época, até os jornalistas das revistas de games da época confessavam serem viciados no game!
Isso sem falar na trilha sonora com muito heavy metal, regado a Judas Priest, Black Sabbath entre outros grandes monstro do metal norte americano.
O game foi um dos primeiros ( ou talvez até o primeiro ) a ter trilha sonora com bandas de rock de verdade, década antes do famoso Guitar Hero, e o único game que jogávamos ouvindo rock pesado sem nossas mães reclamarem que estávamos ouvindo música do capeta, háháháhá!
Seria simplesmente incrível ver esse game com a tecnologia dos consoles atuais, mas com a mesma perfeita trilha sonora do clássico, mas dessa vez com as músicas estourando nas pistas de verdade, e não só toquinhos de engine sonora dos 16 bits, pois hoje o céu é o limite no mundo dos games não é mesmo!





7 - Golden Axe:
Ta aí um dos vovôs da era 16 bits, um clássico absoluto dos beat n' up antes mesmo da chegada de Final Fight.
Golden Axe é da safra em que a Sega só produzia clássicos atrás de clássicos, e foi um dos grandes games a mostrar o potencial do Mega Drive, o até então console mais poderoso da época, o game bombou nos Arcades e rapidamente migrou para o Mega Drive fazendo assim ainda mais sucesso.
Teve uma continuação para os Arcades, uma versão para o Master System e duas continuações para o Mega Drive ( diferente da versão Arcade ) e apesar das continuações todos ama até hoje a primeira versão.
Seria simplesmente conveniente se a Sega reanimasse esse game com um remake caprichado, pois além de alegrar aos fãs, iria servir como uma desculpa pelas versões horríveis lançadas para Xbox 360 e Ps3, que foram de fato games ruins que fizeram justiça ao clássico.





6 - Silent Hill:
Impossível não lembrar desse game e não dar aquele leve frio na espinha...
Silent Hill foi simplesmente o primeiro game do gênero a competir de igual pra igual com Resident Evil, além de ser até hoje um dos games mais assustadores de todos os tempos!
Personagens, enredo, trilha sonora e ambientação perfeita, pra ensinar muito filme de terror como fazer medo de verdade em seus expectadores ( no caso os jogadores ) não preciso nem falar muito do game, pois se você não viveu numa caverna nos últimos 20 anos sabe muito bem que é um clássico absoluto e indispensável pra quem gosta desse gênero de game.
Mas calma, queremos um remake MESMO, e não uma reinvenção como foi o frustrante e confuso Shattered Memories, onde distorceram de cima em baixo todos os elementos do game, até pontos da jogabilidade que não precisava ser alterado foi modificado. Queremos um remake com TODOS os aspectos do clássico, uma adição de algo aqui e ali é até aceitável, mas do que o game precisa mesmo é somente uma nova roupagem gráfica, o resto já está perfeito. E como já dá pra notar, o game teve diversas continuações, mas a primeira versão continua sendo a melhor!






5 - Streets of Rage:
Se você teve um Mega Drive na guerra dos 16 bits se divertiu infinitamente jogando esse grande clássico. O game até parece uma adaptação vinda dos Arcades, mas foi exclusivamente feito para o Mega Drive, tendo versões também para Master System.
Streets of Rage é um dos milhões de games inspirados em Final Fight, mas foi o melhor deles, até o personagem Axel é claramente inspirado em Cody, mas o game da Sega conseguiu até mesmo em sua segunda versão ser mais interessante de divertido que o game em que se inspirou. Trilha sonora impecável, boa variedade de golpes, cenários bem elaborados, vasta variedade de armas e inimigos e personagens que dão saudade até hoje ( principalmente a Blaze ). Teve três continuações e depois disso simplesmente desapareceu do mundo dos games, surgiram boatos na época em que o Dreamcast foi lançado que rira surgir um novo game da série, mas não passou de boatos.
Só acho que a Sega devia parar de criar dúzias de games razoáveis e seguir o padrão de algumas empresas como a Konami por exemplo, e começar a ressuscitar seus grandes clássicos, para a geração atual conhecer e os saudosistas ficarem satisfeitos.






4 - Battletoads:
Um dos games mais belos e mais difíceis lançados para o nosso querido Nintendinho.
Um game inovador até mesmo para sua época em que os 16 bits já estavam fazendo bonito no mercado, o game foi tão aclamado que teve versões lançadas para vários consoles na época e sem dúvida se encaixa na galera dos grandes clássicos de todos os tempos.
O trio de sapos mutantes foi originalmente criados para competir no mercado de games com a Tartarugas ninja, que na época faziam muita grana em tudo que lançavam, e realmente apesar de não fazer tanta fama igual as tartarugas, tem status cult entre os gamers até hoje, principalmente pela sua dificuldade e jogabilidade eletrizante. Três gerações de consoles já se passaram e nenhum sinal de um possível remake, estamos aguardando pra que isso aconteça, pois o trio de sapos encrenqueiros são uns dos maiores heróis dos games dos anos 90, e nada mais justo do que reviver esse grande game.






3 - Mega Man: ( a série clássica ) 
Sem dúvida um dos games mais aclamados até hoje, nasceu no 8 bits, fez bonito nos 16 bits e sobreviveu forte até os 32 bits, mas ai começou a decadência com títulos ruins saindo e cada vez ficando mais desinteressante.
Mesmo com centenas de continuações e versões alternativas, o game nunca mais foi o mesmo e deixou a desejar muito mais fãs, tanto que seu criador abandonou a Capcom e depois disso só foi ladeira abaixo, a ponto de não sair nada inédito e inovador como o game realmente merece.
Tá certo que lançou aquela versão bacana para Psp, Powered Up e também as homenagens com gráficos 8 bits, Mega Man 9 e 10, mas isso não foi o bastante e precisamos de uma ressurreição justa e definitiva desse, que já foi o maior herói da Capcom e um dos responsáveis pela popularidade do Nintendinho.
Podemos ver a Nintendo homenagear o herói na sua ultima versão que está para sair do Super Smash Bros, e seria bastante satisfatório se saísse um remake com os moldes que o personagem aparece nesse game, pois não vai ser nenhum Might n.9 que vai tapar o vácuo de falta que faz nosso querido robozinho azul e cabeçudo. ACORDA CAPCOM, QUEREMOS MEGA MAN DE VOLTA!!!





2 -  Final Fantasy VIII:
Definitivamente na minha opinião, esse é simplesmente o melhor RPG lançado para o Ps1.
Se Final Fantasy 7 foi o protótipo da perfeição de um game do gênero, Final Fantasy 8 foi a versão definitiva de tudo de espetacular que a Squaresoft poderia criar para a série.
tudo nele é incrível, desde os cenários, trilha sonora, personagens, trama e o fator replay, pois após terminar o game se tem mais vontade de refazer a aventura mais e mais vezes.
Tudo que esse game precisa é de uma roupagem moderna com o poder dos consoles atuais, pois assim como já citei em Silent hill, não precisa "fantasiar" e inventar nada torto em cima do game, pois ele já é perfeito por si só. Eram bons tempos onde era realmente emocionante descobrir e avançar em cada etapa do game, e tempos onde a Squaresoft tinha pulso forte em criar clássicos e sabia o que estava fazendo, onde não precisava cometer meia dúzia de fracassos antes de retomar as rédeas do sucesso...






1 - Chrono Trigger:
Nesse foi o game que te deu vontade de ter um Super Nintendo e até hoje continua sendo a razão de você ter o 16 bits da Nintendo.
Pois esse game é simplesmente um dos maiores RPG's já lançados até hoje!
Com personagens incrivelmente carismáticos desenhados pela lenda Akira Toriyama o criador de Dragon Ball, caprichado em todos os aspectos visuais e sonoros, foi um dos games que usou com força a potência que o Snes tem a oferecer, e não importa o quanto de tempo passe, Chrono Trigger é aclamado e jogado até hoje, contendo uma legião imensa de fãs que sonham com saudades de um remake merecido e esperado por quase duas décadas. Eu só queria saber o que a SquareEnix está esperando para dar ao mundo novamente e principalmente para a geração atual, um dos melhores games do gênero, com seus mais de dez finais para se executar e uma jogabilidade excepcional. Esse é um daqueles casos que mostra que não só de belos gráficos se faz um game de qualidade, pois quando o game é bom vira clássico, e clássicos são eternos!




É isso ai galera, esse foi o top 10 de remakes, eu sei que existem MUITOS games que fizeram parte significativa nas nossas vidas e que é difícil catalogar somente dez, mas ta ai feita a minha lista, espero que tenham gostado, e se está faltando algum game que você curte? Ou se concordou ou discordou de algo? Não deixe de comentar a sua opinião, pois isso é importante para nós.






Siga os conselhos da Morrigan, assim você recebe automático nossas atualizações e fica mais por dentro do nosso trabalho!
Obrigado pela leitura espero que tenha se divertido e relembrado, e até a próxima!






quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Blackthorne

( Por Mário Kazama)




Blackthorne ( Blackhawk como foi batizado na Europa) é um game de ação/aventura estilo side scroll lançado em 1994 pela Blizzard ( conhecida pelo Warcraft )e distribuído pela Interplay para Super Nintendo, Sega 32X e Pc DOS, e em 2003 teve uma versão para Gameboy Advance.



A versão para 32X tem os gráficos mais caprichados e trilha sonora mais estilizada, porém a versão para Super Nintendo foi a mais popular e mais fácil de se encontrar hoje em dia, mas não importa qual versão se jogue, o game é o mesmo, ótimo e compensatório em todas as versões.

a versão para 32X é visivelmente superior, mas
ambas as versões são excelentes



JOGABILIDADE:
Blackthorne tem uma jogabilidade e sistema de divisórias de cenários similar a outros dois clássicos: Flashback e Prince of Persia, sistema esse inovador na época.
Seu personagem se movimenta em várias dimensões no cenário, como escalar, agachar, se esconder no escuro, atirar, jogar bombas e dialogar com os outros personagens encontrados no decorrer do game, e apesar de parecer complicado, a jogabilidade funciona perfeitamente, e depois de uns minutos treinando fica fácil de manusear.


Flashback e Prince of persia, dois games
com estilos similares ao Blackthorne


AMBIENTAÇÃO GRÁFICA:
Diferente dos games lançados na época e que foi um atrativo a mais pro título, foi seu visual sombrio e sinistro, com uma trilha sonora lenta e pesada dando um clima mais tenso e trevoso ao game, e apesar de ter pouco sangue, os efeitos sonoros ajudam muito a enriquecer ainda mais a atmosfera do game.
Cenários com árvores, docas, cavernas, prisões e algumas vezes com recursos tecnológicos primitivos dão
o tom de ambiente para a aventura ser bem elaborada e os elementos bem utilizados e muito bem encaixados no contexto em geral.

ambientação sombria e inimigos sinistros
compõe o ambiente tenso do game


A HISTÓRIA:
Blackthorne se passa no planeta Tuul. Thoros, o último governante, encontra-se em um dilema sobre qual de seus dois herdeiros deve ser o próximo governante. Acreditando que conseguiria solucionar seu dilema, Thoros os leva para o deserto e se suicida. Seu corpo transforma-se em duas pedras - luz e escuridão - e ele dá uma para cada um de seus filhos governarem seu próprio reino. O povo da pedra da luz origina o reino de Androth, enquanto que o povo da pedra da escuridão origina o reino de Ka'dra'suul. Porém, enquanto Androth respeita a sua pedra, Ka'dra'suul rejeita a sua, e seu povo acaba sendo transformado em monstros.

o demônio Karlac e seu reinado sombrio


Neste instante, um desses monstros de Ka'dra'suul, chamado Sarlac, cria um exército para combater o povo de Androth. Ao saber da sentença de seu povo, o rei Vlaros, de Androth, com a ajuda do mago Galadril, envia seu filho Kyle Blackthorne à Terra para salvar a sua vida. Vlaros também dá a Kyle a pedra da luz, para mantê-la a salvo.
Kyle retorna ao seu mundo para
recuperá-lo

Vinte anos depois, Kyle tornou-se um renomado comandante militar e mercenário. Após sair da prisão e enfrentar a corte marcial, Kyle começa a ter sonhos estranhos. Ele é convocado por Galadril a regressar para Tuul e salvar seu povo do domínio de Sarlac.

é bom você cumprir direito essa missão, ou
vai ficar vendo essa tela centenas de vezes!


No geral, Blackthorne tem tudo que um bom game precisa: boa jogabilidade, enredo interessante, personagem carismático e clima adequado ao conteúdo que o game oferece, sendo assim um dos grandes clássicos dos 16 bits, na mesma prateleira de Flashback, Prince of Persia, Another World e tantos outros.
Super clássico pra você detonar em um fim de semana chuvoso, quebrar a cabeça para passar de obstáculos e bolar estratégias de como matar esse ou aquele inimigo, um dos melhores games do gênero e merecia honradamente um remake!

Karlac está te esperando, nesse super clássico
dos 16 bits!


Se você não conhece então trate logo de conhecer, e se você conhece relembrar é viver!
Vá atrás do seu cartucho para Snes, ou se tiver mais sorte a versão do 32X, ou jogue num emulador mais perto de você!

Espero que tenham gostado e se divertido com a postagem, abraço e até a próxima!